Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Outubro Rosa: o que precisamos saber sobre o câncer de mama

    Por

    Dr. Carlos Alberto Reis

    Você sabia que o câncer de mama é o tipo mais comum de neoplasia entre as mulheres? Ele responde por 28% dos casos ao redor do mundo e, apenas no Brasil, deve registrar 57.960 casos em 2017, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Foi justamente para conscientizar as mulheres sobre a importância dos métodos de prevenção a essa doença que surgiu a campanha do Outubro Rosa, adotada por muitos países.

    Outros dados alarmantes mostram que a desinformação ainda é um grande causador desse mal: de acordo com a Fundação Laço Rosa, metade das portadoras de câncer de mama não sabe qual é o tipo da sua doença e 71% delas não conhecem nenhum tipo de medicamento para tratá-la.

    Para iniciar a abordagem desse assunto, devemos ter claro que o câncer de mama ocorre quando um ou mais nódulos são formados por células anormais que se multiplicam descontroladamente nas mamas. Essa multiplicação pode tornar-se progressiva, fazendo com que algumas células movam-se para outras partes do corpo da mulher e formam as chamadas metástases.

    Não existe uma causa específica para o câncer de mama, mas há uma série de fatores de risco. Mulheres que ingerem mais de três doses de bebidas alcoólicas ao dia, por exemplo, têm mais que o dobro de chances de desencadear a doença do que as que não consomem. Dietas ricas em gordura, obesidade e sedentarismo também podem estar relacionadas ao desenvolvimento do câncer. Mulheres que começaram a menstruar muito jovens e demoraram para entrar na menopausa têm maior risco, bem como as que nunca tiveram filhos ou tiveram com idades mais de 30 anos. Aquelas que já tiveram casos de câncer de mama na família formam outro grupo de risco bastante sério. Por isso, elas devem ter um acompanhamento médico mais minucioso.

    O fato é que a descoberta da doença pode ocorrer graças a uma medida extremamente simples: a autopalpação da mama, que pode detectar o surgimento de um nódulo a ser investigado. A maioria das mulheres, porém, não percebe o início da doença e só vai se dar conta quando o nódulo já está muito grande ou quando sintomas decorrentes de metástases aparecerem. Por isso, é preciso receber do médico as orientações de como realizar o auto exame corretamente e também fazer os exames preventivos periodicamente.

    Diante da constatação do nódulo, deve-se realizar uma biópsia (retirada de um “pedacinho” para estudo laboratorial) para ter a confirmação ou não do câncer. Quando a doença é detectada precocemente, as chances de cura são praticamente totais. À medida que os cânceres detectados já estejam mais avançados, as chances vão diminuindo. No entanto, hoje podemos contar com tratamentos modernos e cada vez mais eficientes, em que, mesmo nos casos avançados, existe a possibilidade de conseguir manter a paciente viva e com boa qualidade de vida por muitos anos.

    Dr. Carlos Alberto Reis é coordenador de Oncologia e Quimioterapia do Hospital San Paolo, centro hospitalar de média complexidade da Zona Norte de São Paulo.

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