Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Estudantes do Ifac são campeões da Mostra Brasileira de Foguetes

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    Estudantes do Instituto Federal do Acre (Ifac) foram campeões na edição 2017 da Mostra Brasileira de Foguetes (Mobfog). O evento, que foi realizado no município de Barra do Piraí (RJ), de 27 a 30 de outubro, reuniu estudantes de todos os estados brasileiros para uma competição de lançamento de foguetes.

    Luana Dalla Vecchia de Lima, Mirian Therese de Andrade e Silva e Normando Dutra do Santos Filho, foram os únicos alunos do Ifac selecionados para competir a etapa nacional. O foguete fabricado pelos estudantes para a competição atingiu os 153,3 metros de distância a partir da base de lançamento. O espaço alcançado, que foi maior do que o de um campo de futebol, garantiu a premiação máxima do evento: o troféu de 1º lugar.

    Os três alunos, que fazem parte da turma do curso técnico Integrado em Edificações, do campus Rio Branco, foram orientados pelo professor de Física, Cleyton Assis. O docente explica que para os jovens chegarem até a etapa nacional, foi preciso realizar vários testes.

    “No início, os testes foram feitos com água e uma bomba de encher pneu de bicicleta. Somente depois passaram a ser feitos com materiais que eram permitidos para o nível escolar em que eles disputariam. Como a Luana, a Miriam e o Normando cursam o Ensino Médio, o modelo de foguete que eles construíram foi de plástico, usando os produtos químicos: bicarbonato de sódio e vinagre”, explicou Cleyton Assis.

    Segundo o professor, foi a partir de um dos testes, em que o foguete ultrapassou a marca de 120 metros de distância, que surgiu o convite para que os jovens participassem da edição de 2017 da Mostra Brasileira de Foguetes.

    “A mistura dos produtos e o balanceamento da reação forma a pressão dentro do foguete. Com um manômetro, dispositivo que mede a pressão interna de recipientes, o lançamento é executado. Porém não é só a pressão que vai definir a distância que o foguete vai atingir. A aerodinâmica, peso, geometria, tamanho do foguete também contribuem para um bom lançamento. Durante a competição no Rio de Janeiro, as equipes tiveram oportunidade de realizar os lançamentos duas vezes. Atingimos, a primeira vez, a marca de 153,3 metros, e na segunda tentativa, a distância alcançada foi de 143 metros”, ressaltou o professor.

    Experiências e aprendizado

    Para a estudante Mirim Andrade, participar de um evento nacional e poder conhecer outro estado brasileiro foi uma grande experiência. “Foi muito bom poder participar de um evento tão grande como a Mostra Brasileira de Foguetes, além de também trocar experiência com outros estudantes”.

    Segundo Normando Dutra, a participação na Mobfog ampliou seu interesse em continuar se dedicando a executar experiências físicas, químicas e matemáticas. “Durante os dias no evento tivemos contato com uma série de experiências, palestras, novas histórias, o que superou nossas expectativas em relação à Mostra. Além disso, os projetos que estão sendo desenvolvidos no Ifac, pelo professor Cleyton Assis, têm nos entusiasmado ainda mais a participar”.

    De acordo com a estudante Luana Lima, a equipe já pensa em aprimorar os testes para o próximo ano, como também ampliar os estudos nas áreas de Física, Química e Matemática. “Queremos investir e melhorar os testes para o ano de 2018, como também estudar mais nesse intervalo de tempo até a próxima edição da Mostra Brasileira de Foguetes”.

    Para a reitora do Ifac, Rosana Cavalcante dos Santos, a participação dos estudantes em competições nacionais reforça a importância de manter os recursos da instituição voltados ao Ensino, Pesquisa e Extensão. “A integração dos estudantes em eventos nacionais reforça a necessidade de continuarmos os investimentos em atividade que sejam extra classe. Além de contribuir para que o aluno amplie seus conhecimentos, também atrai outros jovens a quererem participar dessas atividades. O envolvimento de professores como o Cleyton Assis nos faz acreditar nessas ações”.  

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