Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    MPF denuncia Cunha, Geddel e mais 16 por supostas fraudes na Caixa Econômica

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    O Ministério Público Federal (MPF) apresentou, na noite desta quinta-feira (4), quatro denúncias referentes às investigações da Operação Cui Bono, que apura irregularidades em operações da Caixa Econômica Federal, cometidas em troca de pagamento de propina. 

    Leia também: Geddel e Lúcio Vieira Lima se tornam réus no STF no caso dos R$ 51 milhões

    De acordo com o MPF, entre os denunciados estão o ex-ministro de Michel Temer Geddel Vieira Lima, os ex-deputados e presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves. Além deles, a Operação Cui Bono traz denúncias contra o operador Lúcio Funaro e o ex-diretor da Caixa Fábio Cleto.

    Segundo as investigações, o esquema funcionava em três núcleos: o grupo empresarial, o dos empregados públicos que operavam na Caixa e no FGTS e no grupo político de operadores financeiros. 

    A Cui Bono sustenta que Funaro teria repassado R$ 89,5 milhões a Eduardo Cunha , R$ 17,9 milhões a Geddel Vieira Lima e R$ 6,7 milhões a Henrique Alves. A propina paga pelas empresa era de 3% do valor total liberado pela Caixa. Em seu acordo de colaboração com o MPF, Funaro afirmou que a distribuição desse porcentual girava em torno de 50% para Geddel, 30% para Cunha e 20% para ele.

    Leia também: ‘Quebra de lealdade’, diz ministro sobre relatório da PF que cita Temer

    Os denunciados são acusados pelos crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro. Os procuradores pedem multa e reparação de danos que já ultrapassam os R$ 3 bilhões. 

    Segundo o órgão, com a investigação “foi possível desvendar o esquema utilizado por Funaro para ocultar, dissimular e distribuir a propina, com participação de outros operadores, cujo papel era levar valores em espécie o grupo de políticos”. Em outras ocasiões, os pagamentos eram feitos por meio de notas fiscais frias emitidas pelas empresas ligada ao grupo criminoso. 

    Ainda em sua delação, Funaro afirmou “com 110% de certeza” que o presidente Michel Temer recebia parte da propina arrecadada por Cunha. As declarações de Funaro constam nos anexos da denúncia oferecida pelo então procurador-geral da República Rodrigo Janot contra Temer e o chamado “quadrilhão do PMDB na Câmara” na Operação Cui Bono . 

    Fonte: https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2018-10-05/operacao-cui-bono-denuncias.html

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