Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Nobel de Medicina vai para americano e japonês por terapia contra o câncer

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    Os imunologistas James P. Allison e Tasuku Honjo levaram, nesta segunda-feira (1), o  Prêmio Nobel de Medicina de 2018. Ambos os pesquisadores conduziram estudos separados sobre uma terapia natural para conter o avanço do câncer e, por isso, dividirão o prêmio de cerca de US$ 1 milhão. 

    De acordo com a Academia Sueca, que é responsável pela nomeação do prêmio, ambas as pesquisas que mereceram o Nobel de Medicina abordam a inibição da regulação imune negativa. Elas estudam duas proteínas produzidas por tumores — a CTLA-4 e a PD-1 — que paralisam o sistema imune do paciente durante o tratamento de câncer.

    Segundo os especialistas da área, apesar de duplo, o estudo é inédito pois, pela primeira vez, uma terapia se foca nas células do sistema imunológico, e não no próprio tumor.  

    Allison, de 70 anos, é da Universidade do Texas e estudou a proteína CTLA-4. Ele descobriu que um bloqueio da proteína poderia retirar o freio sobre os linfócitos T, fazendo com que as células voltassem a atacar o tumor. 

    Leia também: ‘Prêmio Nobel’ da Matemática é furtado 30 minutos depois de ser entregue no Rio

    Por sua vez, Honjo, de 76, estudou, na Universidade de Kyoto, no Japão, a proteína PD-1, que também atuava sobre os linfócitos T, só que de forma diferente. Após experimentos em laboratório, um estudo realizado em 2012 também demonstrou eficácia em tratar pacientes com diversos tipos de câncer .

    “Nós podemos curar o câncer com isso”, afirmou Klas Kärre, membro do comitê do Nobel.

    Esse prêmio é o primeiro de uma série que será entregue nas próximas semanas. Afinal, amanhã, o comitê do Prêmio Nobel , localizado em Estocolmo, anunciará o premiado em Física e, na quarta-feira, o de Química. 

    Neste ano, não haverá o Nobel de Literatura devido ao caso do francês Jean-Claude Arnault, de 71 anos. Ele, que é casado com uma integrante da Academia Sueca, foi acusado de estupro ou agressão sexual por pelo menos 18 mulheres, em novembro de 2017.

    A polêmica provocou a renúncia de oito dos 18 membros da instituição, que ficou sem o quórum de 12 pessoas, necessário para funcionar. Assim, o prêmio foi adiado para 2019.

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    Por fim, a sequência que começa com o Nobel de Medicina  terminará no dia 5 de outubro, quando será anunciado o Nobel da Paz. 

    * Com informações da Agência Ansa.

    Fonte: https://ultimosegundo.ig.com.br/

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