Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    ACRE: Geoglifo no estado é tombado como patrimônio cultural

    Por

    Um geoglifo de aproximadamente 2.500 anos, localizado no Acre, foi tombado nesta sexta-feira (9) pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

    É o primeiro geoglifo tombado como patrimônio cultural no país, que tem pelo menos outras 400 formações do gênero espalhadas pela região Norte.

    Chamados de “tatuagens da terra” por grupos indígenas, os geoglifos são grandes desenhos geométricos cavados na terra, com profundidade de até 2,5 metros. No Brasil, eles foram feitos entre 800 e 2.500 anos atrás.

    Ainda não se sabe por que os povos indígenas faziam esses desenhos no chão. Uma das hipóteses é de que os símbolos estivessem ligados a rituais religiosos; outra, de que sejam vestígios de aldeias.

    Boa parte deles vem sendo descoberto nos últimos anos — ironicamente, também em função da ação do desmatamento na região amazônica.

    O geoglifo do sítio arqueológico Jacó Sá, tombado nesta sexta, fica a cerca de 50 quilômetros de Rio Branco. A ideia é fazer do local um atrativo turístico, e estimular a preservação de outras formações semelhantes pelo país.

    Para o Iphan, os símbolos são “essenciais para entender o processo de ocupação e povoamento da região amazônica”, e têm “importância científica, histórica e afetiva”.

    O geoglifo tombado nesta sexta também foi indicado como Patrimônio Mundial pelo Iphan. Nesse caso, o processo ainda precisa ser avalizado pela Unesco.

    (A Tribuna)

    Sair da versão mobile