Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Edvaldo Magalhães pede urgência na apreciação de decreto para sustar efeitos do Avancard

    Por

     

    Por Assessoria

    O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) voltou pedir urgência na apreciação do decreto legislativo, de autoria dele, que susta o parágrafo único do decreto governamental que regulamentou a lei que estabeleceu o teto de 35% para empréstimos consignados aos servidores públicos. Ele frisou que o poder legislativo teve a sua competência usurpada pelo governo do Estado. O decreto de Gladson Cameli abriu margem para a atuação do cartão Avancard, com uma margem de 15% a mais do que já está na lei.

    “Apresentei o projeto de decreto legislativo que corrige esse absurdo, sustando o parágrafo único daquele decreto governamental, para não permitir o contrabando jurídico. O nosso decreto está dormitando na Comissão de Constituição e Justiça. Quero fazer um apelo público, para que a gente restabeleça a autoridade do poder legislativo. O poder legislativo não pode ter dois pesos e duas medidas quanto à usurpação do poder desta Casa”, disse o parlamentar.

    O deputado frisou que o decreto de Cameli insere na lei aprovada pela Aleac “verdadeiro contrabando jurídico”. Ele frisou que aquilo que era apenas para regulamentar a lei, se tornou algo acima da lei. Edvaldo destacou que foi aberta a porteira para a agiotagem institucionalizada, isso porque o cartão Avancard cobra juros de até 5% ao mês.

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