Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Edvaldo Magalhães quer abertura do diálogo entre governo, Aleac e cadastro de reserva da PMAC

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Assessoria

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) apresentou um requerimento durante a sessão desta terça-feira (17) convidando os secretários de Estado, Paulo Cézar Santos, da Segurança Pública, e Ricardo Brandão, de Planejamento e Gestão, além da presença do representante da Casa Civil do Governo, para participarem de uma audiência pública na Comissão de Serviço Público, Trabalho e Municipalismo.

O assunto a ser discutido é a possibilidade de prorrogação do concurso da Polícia Militar que tem no cadastro de reserva quase 500 aprovados prontos para serem convocados. Além disso, o parlamentar solicita que o governo estabeleça um cronograma de convocação destes novos servidores. Devem participam, também, do encontro os representantes dos candidatos aprovados no concurso e o procurador-geral do Estado João Paulo Setti Aguiar. A ideia é encontrar uma saída amistosa para o problema.

Os candidatos aprovados no concurso da Polícia Militar estão há seis dias acampados no hall de entrada da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e aguardam uma posição definitiva por parte do governo do Estado.

“Me inscrevi para ressaltar o conteúdo do requerimento que vossa excelência acabou de ler e destacar que desde a quinta-feira passada um grupo de jovens, homens e mulheres, estão acampados no hall da nossa Assembleia Legislativa. A imprensa tem dado cobertura a este fato, cuja a bandeira defendida é ter e obter por parte do governo um posicionamento claro e objetivo, com um cronograma concreto acerca do cadastro de reservado do concurso da Polícia Militar do Acre”, disse o deputado líder da oposição na Aleac.

Edvaldo Magalhães frisou que em Mâncio Lima, o governador Gladson Cameli, na última semana, deu a garantia de contratação destes. Magalhães destacou que não há impedimento por lei da contratação desses jovens, isso porque trata-se de vagas a serem repostas, dado o alto índice de pedidos de militares para a reserva remunerada.

“O concurso está para expirar, aliás não expirou o seu prazo por conta de uma decisão da Assembleia Legislativa. O Estado não pode abrir mão desses jovens. O Sistema de Segurança Pública do Acre precisa deles. A Polícia Militar todo dia perde membro, integrantes indo pra o quadro de reserva”, destacou.

Ao falar a respeito do papel da Aleac, o deputado defendeu a abertura imediata do diálogo. “Há seis dias esses jovens estão ali sem uma resposta concreta, sem uma mediação política. Essa Casa é a casa da mediação política. Peço ao presidente, que assim que tivermos quórum de votação, a gente coloque em votação. A segurança pública é um serviço. É preciso encontra a melhor saída para este empasse. Estes jovens estão prontos para servir o povo do estado do Acre. Esta Casa precisa abrir o espaço virtual para que possa mediar o diálogo”.

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