Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    A comunicação pode ajudar a combater o coronavírus e salvar vidas!

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    Assim que o coronavírus desembarcou no Brasil, um programa eficaz de comunicação deveria imediatamente ter sido elaborado, contemplando as diferentes ferramentas disponíveis, para alertar a população sobre os perigos e cuidados necessários. Mortes e contaminação teriam sido evitadas!

    Por Isabel Rodrigues

    Números são frios, mesmo se expressivos, não têm alma, não contam histórias de vida. Talvez por essa razão não sensibilizem a todos. Fosse o contrário, os mais de 200 mil brasileiros mortos e os mais de oito milhões de infectados pelo coronavírus seriam mais do que suficientes para inibir as aglomerações de compras de Natal e as baladas da virada do ano. Centros comerciais ficaram lotados e festas para lá de animadas foram realizadas no campo, litoral e cidade. Especialistas dizem que o vírus também “comemorou” e que o tamanho da sua “alegria” será demonstrado nas estatísticas de fechamento de infectados e mortos no mês de janeiro. Esperam-se números assustadores. O quadro que se desenha é complexo: hospitais de grandes centros revelam capacidade esgotada em suas UTIs. E os hospitais de campanha, vale lembrar, foram desmobilizados!

    A agitação de final de ano, não se pode negar, já era esperada e as suas consequências previsíveis. Porém, pouco ou nada foi feito para inibi-las. Nesse momento, as diferentes ferramentas de comunicação, se utilizadas (e da forma correta), com frequência e ênfase necessárias, por certo ajudariam a mitigar os danos que já estamos vendo. Informação verdadeira e oportuna, não é segredo, salva vidas!

    Os veículos de comunicação, cada um a seu jeito e de acordo com suas preferências políticas, têm cumprido, é verdade, o seu papel de informar. Mas será que o formato jornalístico alcança e impacta a todos como se deve e precisa? Será que este formato tem o poder de mudar atitudes? Pelo que se viu até o momento, não, sobretudo no período do final de ano.

    É fato que o governo federal não tem grande apreço pela comunicação de serviços, principalmente se voltada para ações relacionadas à pandemia. Para ele, a Covid-19 não passa de uma gripezinha. Mas não é, já está mais do que provado que se trata de uma enfermidade grave e que a sua “segunda onda” aparenta ser mais agressiva do que a primeira. Por essa razão, a população precisa ser alertada e de forma incisiva, apesar do início da vacinação, de que ainda não dá para relaxar e dispensar o uso dos aparatos de proteção (máscara e higienização das mãos) assim como do isolamento social (quando possível) e do distanciamento físico. Aglomerações nem pensar!

    Discursos políticos e análises jornalísticas de profundidade não conseguiram tocar os corações e mentes dos cidadãos. Muitos seguem dando de ombros para os perigos já comprovados. Já passou da hora das autoridades, as Estaduais na falta da Federal, convocarem o talento de profissionais para desenvolverem campanhas de comunicação, utilizando os diferentes meios para sensibilizar a população, sobretudo a parcela mais jovem, que ainda se imagina imune aos efeitos do coronavírus.

    Campanhas comunicacionais com o intuito de sensibilizar e alertar a população foram realizadas no passado e com excelentes resultados: de prevenção a AIDS, pelo uso do cinto de segurança, de economia de água durante períodos de seca prolongada, dentre outras. É certo que uma campanha bem feita e criativa produziria o efeito desejado, além, é claro, de fortalecer a importância da vacinação.

    Até que se vacine a maior parte da população brasileira, com qualquer uma das vacinas disponíveis, a melhor forma de combater o coronavírus é consumir informações de qualidade (verdadeiras!), e seguir sem resistência as orientações preventivas oferecidas pela ciência. A vida vale este esforço!

    *Isabel Rodrigues é mestre em comunicação e cultura midiática e professora das faculdades de Relações Públicas e Jornalismo da FAAP e da Universidade Católica de Santos.

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