Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Em Jordão, policiais civis são acusados de abuso de autoridade e tortura psicológica contra menor de 11 anos

    Por

    O que seria uma comemoração de aniversário, tornou-se um verdadeiro trauma para o menor P. R. S, de 11 anos, morador da cidade de Jordão, no interior do Acre. Na noite de segunda-feira, 26, quando a criança -( pois segundo o ECA é considerado adolescente a partir dos 12 anos) –  e mais três amigos festejavam o momento no terreiro da casa do seu pai, o professor Bió, com tereré (erva mate) e música numa caixa de som, foram abordados pelos agentes Alailson e Mezaqui, acusando-o de seres usuários de drogas.
     
    O menor de 11 anos e os três amigos foram levados até a viatura e passaram por uma revista durante cerca de trinta minutos, no meio da rua. Em seguida, os policiais algemaram os três colegas de  P. R. S e levaram para a Delegacia, mesmo não tendo encontrado nada de ilícito com eles.
     
    Ao chegar na delegacia, a tortura psicológica foi ainda maior, relatas os menores. Porque os policiais mandaram que eles tirassem a roupa. Além de fazer ameaças, querendo que eles confessassem ser traficantes.
     
    O professor Francisco Souza Somba (Bió), que também trabalha com a venda de açaí, narra que o filho está horrorizado com o que viveu nas mãos dos servidores públicos da área de segurança pública. “Estou decepcionado, aqui no Jordão aconteceu um fato, no aniversário do meu filho, a Polícia Civil de Jordão, pegou ele, encostou no carro, pensando que ele era um traficante, um maconheiro (choro). E aí meu filho saiu pra rua, no comércio o cara perguntou se ele fumou droga, uma criança de 11 anos porra. Uma criança de 11 anos jamais poderiam fazer isso. Ele não quer sair nem pra rua, para entregar uma coisa, porque tá com medo da polícia.  Porque no aniversário dele, vieram aqui bagunçaram, levaram meu celular, a caixinha de som. Levaram os caras para delegacia e fizeram do que fizeram. Deixaram o cara nuzinho. Até um cara suspeito de estar com corona foi preso, no meio de cinco pessoas lá dentro”, conta o pai da criança.
     
    “Rapaz , nós tava aqui, na casa do Bió, dentro do quintal dele, bebendo um teres, eu moro aqui, vim lá do Muru trabalhar. Aí, têm uns colegas que vem beber teres, aí eles chegaram e levaram o menino para o meio da rua. Passaram uma meia hora com nós lá. Em pé no meio da rua, fizeram nós dormir na delegacia tudo nu. Foi uma depressão pra nós, porque no meio da sociedade, a gente fica meio queimado, o pessoal tudo vendo nós, tudo jovem, atrás de trabalhar e estudar”, conta um dos jovens que acusam os agentes.
     
    Nossa reportagem entrou em contato com os policiais citados para ouvir a versão. Contudo, nenhum dos dois respondeu as mensagens de WhatsApp, apesar de visualizar. Também ligamos no celular do PC Mezaqui 68 99234**32, ele atendeu , mas quando dissemos do que se tratava, a ligação caiu. 

    O Conselheiro  Tutelar  Francisco  das Chagas ( Chaguinha) espera que os pais dos menores procurem o órgão  municipal,  para que eles possam encaminhar  a denúncia  ao Ministério  Público  e à Corregedoria  da Polícia Civil. 

    Os dois agentes citados na matéria  estão  em estágio  probatório. Que é  o período  que o servidor  tem para se adaptar  ao serviço  público.

    Sair da versão mobile