Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Bittar culpa Marina por atraso no desenvolvimento da Amazônia

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    O senador Márcio Bittar (MDB) publicou um vídeo nas suas redes sociais nesta sexta-feira, 29, criticando a ex-senadora Marina Silva em decorrência das pautas ambientais. 

    No vídeo, Bittar chama as pautas defendidas pela ex-ministra do meio ambiente,  Organizações Não Governamentais (ONG) e as grandes corporações de “radicalismo ambiental”. Ele citou, por exemplo, as usinas hidroelétricas, que de acordo com ele, foram construídas de maneira equivocada.

    Segundo o emedebista, as leis ambientais não permitem que torres sejam instaladas ao longo da BR-364 e em áreas indígenas, prejudicando os próprios povos nativos.

    “Radicalismo ambiental: um desserviço para a vida das pessoas Marina, ONGs e grandes corporações internacionais que há anos financiam esse discurso ambiental radical vão contra o desenvolvimento da Amazônia e atrasam a vida de quem vive na miséria e no absoluto isolamento graças às políticas da esquerda, que enriqueceu por décadas seu pequeno grupo”, afirmou. 

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