Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Com direito a bolo, militares protestam contra o governo em frente ao Palácio Rio Branco

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    Durante o manifesto realizado por policiais militares e o Corpo de Bombeiros na tarde desta segunda-feira, 31, os participantes finalizaram em frente ao Palácio Rio Branco, com um bolo de 1,5 metros como forma de ironia ao governador Gladson Cameli (Progressistas). O bolo fez referência ao não cumprimento da promessa de titulação feita na campanha eleitoral de 2018.

    Ao som da música “Parabéns”, de Teixeirinha, os presentes cobraram a progressão horizontal, que passa pela correção do adicional de titulação, que se arrasta desde 2019, e a reposição inflacionária dos salários.

    Mais cedo, eles saíram do Clube dos Oficiais em direção à Casa Civil, às 16h30, e encerraram com um ato em frente ao Palácio Rio Branco. No percurso, a categoria entregou um ofício na Casa Civil cobrando uma reunião com Cameli.

    “Nós fomos a única categoria que teve coragem publicamente de declarar apoio a Gladson e Rocha, enquanto, as outras ficaram em cima do muro esperando o resultado do pleito. Os militares foram para a rua e encamparam a luta e trabalharam de forma gratuita. Ele garantiu que assim que sentasse na cadeira do Palácio cumpriria as promessas e já foram três anos e até agora, nada”, afirmou.

    Por Ac 24horas

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