Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Jonas e Calegário devem retirar assinaturas e CPI da Educação deve ser extinta

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    Por Marcos Venícios, AC24HORAS.COM

    Após intenso debate interno entre lideranças e apoiadores durante o final de semana e parte desta segunda-feira, 10, os deputados Jonas Lima (PT) e Fagner Calegário (Podemos) sinalizaram com a retirada de suas assinaturas do requerimento protocolado no dia 20 de abril criando uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar supostas irregularidades na Secretaria de Educação no período de 2019 a 2020, na gestão do então secretário Mauro Sérgio.

    Com a retirada das duas assinaturas, o grupo que organizou a CPI composto por membros da oposição e independentes contarão com apenas 7 assinaturas, sendo que 8 são necessários a instalação da Comissão. Com isso, a CPI da Educação patrocinada pela base do governo que pretendia investigar a educação entre os anos de 2016 a 2020, englobando a gestão do PT, deve ser retirada.

    Após intenso debate interno entre lideranças e apoiadores durante o final de semana e parte desta segunda-feira, 10, os deputados Jonas Lima (PT) e Fagner Calegário (Podemos) sinalizaram com a retirada de suas assinaturas do requerimento protocolado no dia 20 de abril criando uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar supostas irregularidades na Secretaria de Educação no período de 2019 a 2020, na gestão do então secretário Mauro Sérgio.

    Com a retirada das duas assinaturas, o grupo que organizou a CPI composto por membros da oposição e independentes contarão com apenas 7 assinaturas, sendo que 8 são necessários a instalação da Comissão. Com isso, a CPI da Educação patrocinada pela base do governo que pretendia investigar a educação entre os anos de 2016 a 2020, englobando a gestão do PT, deve ser retirada.

    Nos bastidores, a informação que circula é que tanto Jonas como Calegário, que foram eleitos por grupos políticos que detém dezenas de contratos no governo no ramo da construção civil e também nos serviços terceirizados, estão sendo pressionados nos últimos dias.

    Insatisfeito no PT, Jonas deverá ir junto com o irmão, o prefeito de Mâncio Lima, Isaac Lima, para o Progressista, partido do governador Gladson Cameli. Sua família é detentora de vários contratos na administração pública e o Palácio Rio Branco mantém uma parceria forte em seu reduto eleitoral, que é a região do Juruá.

    Já Calegário teria tido encontros com o governador Gladson Cameli e teria sido voto vencido no sindicato das empresas terceirizadas, que pediu para ele a retirada da assinatura. Os empresários temem os efeitos de uma CPI levando em conta a possibilidade do congelamento de pagamentos para as empresas, que mesmo tendo uma passivo de pouco mais de R$ 10 milhões a receber, já começaram a receber gradativamente. Estima-se que o governo do Estado já teria pago 30% da dívida nos últimos dias. Outro fator preponderante para a retirada da assinatura, foi o fato da ex-prefeita Socorro Neri assumir a gestão nada educação e sinalizar que honrará todos os pagamentos assim como fez em sua gestão em Rio Branco.

    A retirada de assinaturas ainda não foi oficializada. O ac24horas apurou que Jonas estaria esperando Calegário retirar a assinatura para assim oficializar o seu ato. Ainda não se sabe quais justificativas públicas para o ato e nem como será a recepção dos demais 7 deputados que assinaram a Comissão.

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