Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Lira lê ato de instalação de comissão que analisará voto impresso

    Por

    Poder360

    O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) leu na noite dessa 4ª feira (12.mai.2021) o ato de instalação da comissão parlamentar que vai debater a volta do voto impresso. A comissão será instalada nesta 5ª feira (13.mai).

    Esta presidência decide constituir comissão especial destinada a proferir parecer a proposta de emenda à Constituição [PEC] número 135/2019 de Bia Kicis, e acrescenta o parágrafo 12 ao artigo 14 da Constituição Federal, dispondo que na votação e apuração de eleições, plebiscitos e referendos seja obrigatória a expedição de cédulas físicas conferíveis pelo eleitor, a serem depositadas em urnas indevassáveis para fins de auditoria”, leu o presidente da Câmara.

    A PEC 135/19, de autoria da deputada Bia Kicis (PSL-DF), exige a impressão de cédulas em papel na votação e na apuração de eleições, plebiscitos e referendos no Brasil.

    Na avaliação da congressista, o Brasil tornou-se refém da “juristocracia” do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em questões eleitorais.

    Em pleitos eletrônicos, é lógica a imposição de que o eleitor, ainda dentro da cabine de votação, possa ver e conferir o conteúdo de documento durável, imutável e inalterável que registre seu voto”, defendeu.

    A comissão terá 34 titulares e 34 de suplentes a serem indicados pelas lideranças partidárias.

    O volta do voto impresso é uma pauta do governo. O presidente Jair Bolsonaro chegou a condicionar a sua adoção à realização das eleições de 2022. “Se não tiver voto impresso, é sinal que não vai ter eleição em 2022!“, disse o presidente durante live em 6 de maio.

    O presidente do TSE, por outro lado, é declaradamente contra a mudança no sistema eleitoral. Luís Roberto Barroso disse em entrevista à GloboNews na em 5 de maio que a aprovação do voto impresso criará um “desejo imenso de judicialização” do resultado das eleições e “o caos em um sistema que funciona muitíssimo bem”.

    O nosso sistema de voto em urna eletrônica é totalmente confiável”, declarou o ministro.

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