Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Sindicato dos Médicos vai pedir a cassação de Cadmiel Bomfim

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    Por Leônidas Badaró, ac24horas.com

    A Diretoria do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) encaminhará ao conselho de ética da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) uma representação por quebra de decoro contra o deputado estadual Cadmiel Bomfim (PSDB), pedindo a cassação do mandato do político. O pedido é pautado pelo ataque realizado contra o médico Rodrigo Damasceno que foi chamado de “mercenário” pelo parlamentar durante sessão realizada pelo Legislativo Estadual, nesta terça-feira, 11.

    A área jurídica da entidade analisou a fala de Cadmiel e verificou que o parlamentar, que possui imunidade, acabou extrapolando a prerrogativa de fiscalizador ao resumir o fato da falta de médicos no Hospital Geral de Feijó a uma opinião não embasada em provas e sem aferir uma série de problemas vivenciados naquela unidade de saúde.

    Segundo o vice-presidente do Sindmed-AC, Rodrigo Prado, a acusação é grave e parece se tratar de uma perseguição política, com o objetivo de constranger o profissional que também foi prefeito.

    “Se a situação for avaliada de forma fria, de forma a garantir o atendimento da população, seria importante a contratação de mais profissionais para garantir plantonistas na maternidade, tendo o apoio, inclusive, de médicos com especialidade em anestesia. É bom ter o reforço de um profissional, mas não cobre toda a escala, então os pacientes ainda podem ficar desassistidos”, detalhou o sindicalista.

    Há mais de uma década o Sindmed-AC vem denunciando a falta de profissionais e a falta de estrutura no Hospital Geral de Feijó e na Maternidade, chegando a realizar denúncias ao Ministério Público Federal (MPF) que, por meio de investigação, constatou as irregularidades, chegando a pedir uma fiscalização por parte do Ministério da Saúde que também reforçou a existência das irregularidades.

    Neste ano, os feijoenses chegaram a convocar um protesto pela falta de assistência, movimento que foi encerrado depois de promessas por parte do governo do Estado. O próprio Sindicato chegou a se reunir com o representante do Ministério Público Estadual (MPE) e da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), por meio de teleconferência, existindo o compromisso, por parte do poder público, da disponibilidade de uma viatura, com médico embarcado, para evitar que o único plantonista do hospital saia da unidade, deixando a cidade sem atendimento, para fazer o transporte de pacientes.

    “Não cabe ao médico, que viva em um país livre e capitalista como o Brasil, sacrificar seu trabalho, família, saúde e outras prioridades individuais para resolver os inúmeros problemas e carregar nas costas um Estado omisso e pesado. Cabe ao Estado garantir e prover adequadas condições de trabalho e remuneração condignas para atrair e fixar profissionais no interior do Estado, garantindo assistência à população”, criticou o vice-presidente do Sindmed.

    Rodrigo Damasceno informou que solicitará ao Conselho Regional de Medicina (CRM) desagravo público em face da ofensa que sofreu do deputado, conforme previsto no Código de Ética Médica. Ele ainda disse que pediu afastamento do contrato com o governo do Estado devido a uma cirurgia que precisou realizar no braço, mas afirmou que continuará realizando, de graça, o atendimento de ultrassonografia aos pacientes do serviço público de Tarauacá e Feijó.

    ac24horas tentou falar com o deputado que não respondeu às mensagens e nem atendeu às ligações.

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