Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Agronegócio gera 75 mil empregos e movimenta R$ 1,4 bilhões ao ano no Acre

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    Por Saimo Martins, ac24horas.com

    O governador do Acre, Gladson Cameli (Progressistas), concedeu entrevista ao Portal Único e fez questão de enaltecer uma de suas bandeiras de campanha: o Agronegócio. Segundo ele, o negócio está em 3° lugar na economia do Estado.

    Cameli destacou que, no entanto, o agronegócio não é o principal segmento da economia, mas, frisou que o governo vem fazendo investimentos para fortalecer as atividades produtivas no estado. “Nossa maior vocação sempre foi o agronegócio. O fortalecimento e a expansão do agronegócio no estado são de vital importância para economia acreana, pois atualmente já garante 75 mil empregos diretos”, disse.

    O governador ponderou que o ramo representa 12% do Produto Interno Bruto (PIB) local, alcançando em torno de R$ 1,4 bilhões, que o colocam em terceiro lugar em termos de geração de renda. Em relação a produção de carne, atualmente gira em torno de 100 mil toneladas por ano, com mil toneladas exportadas anualmente, sendo R$ 4,7 bilhões o patrimônio bovino. “Com os avanços previstos pelo governo, por meio dos inúmeros incentivos que estão sendo feitos, a expectativa é aumentar ainda mais esses números.
    Estamos melhorando as estradas vicinais, e diminuindo a burocracia, respeitando tudo que está no novo Código Florestal Brasileiro, como, disse, estamos apostando em todas as frentes, mas focando em nossa vocação que é o agronegócio, mas com total sustentabilidade, visando os negócios com os países andinos. Com a conclusão da Ponte conseguimos fortalecer a segurança de quem deseja investir em nossa região”, explicou ao tabloide nacional.

    Ao ser questionado se será candidato à reeleição, Cameli voltou a confirmar sua intenção de disputar o pleito. “Só se Deus não quiser e o povo. Não vou negar que tenho o interesse, mas vamos ser honestos: temos uma pandemia aqui que precisamos vencer. Então não faço parte do time que joga só pela eleição. Vou fazer meu trabalho, proteger a vida das pessoas, passar segurança, para que só no ano que vem, no momento exato, eu possa tratar de eleições. Se tiver todas as condições, que pra mim é, principalmente, a população sinalizar que me quer, eu sou candidatíssimo”, ressaltou.

    Em meio aos rumores de que o ex-senador Jorge Viana deve disputar o governo, os jornalistas questionaram se os irmãos Vianas seriam os principais adversários, porém, Cameli minimizou e disse que seu maior adversário na política é ele mesmo. “Eu respeito todos os adversários. Eu não interpreto que eles [os Vianas] sejam meus maiores adversários. É um grupo político. Mas não subestimo ninguém, nenhum ser humano. Todos têm a capacidade de vencer. Para mim, não existe quem é fraco ou quem é forte. Quem sabe é o povo que observa, e eu não subestimo mesmo é a população, isso você pode ter certeza.

    Por fim, Gladson afirmou que não tem inimigos na política, apenas adversários em ideologias políticas. “Adversário tem que ser tratado como adversário político, e adversário político pra mim não é inimigo, pelo contrário”, pontuou.

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