Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    FBI planta celulares ‘criptografados’ em quadrilhas e mais de 800 são presos em investigação mundial

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    Uma investigação mundial em que telefones “criptografados” foram vendidos ao crime organizado resultou em uma operação com mais de 800 prisões e a apreensão milhões de dólares, toneladas de drogas, centenas de armas e dezenas de carros de luxo, disseram autoridades nesta terça-feira (8).

    A operação “Trojan Shield” (“Escudo de Troia”, em tradução livre) foi concebida em 2018 pela polícia australiana e pelo FBI, a Polícia Federal americana. Os celulares foram “plantados” durante três anos e podiam ser monitorados.

    O FBI ajudou a infiltrar 12 mil aparelhos em 300 grupos criminosos em mais de 100 países, afirmou Calvin Shivers, da Divisão de Investigação Criminal da Polícia Federal americana, a repórteres em Haia.

    Quase 20 milhões de mensagens foram interceptadas.

    A agente especial do FBI, Suzanne Turner, durante coletiva de imprensa sobre a operação "Escudo de Troia" nesta terça (8) — Foto: Mike Blake/Reuters
    A agente especial do FBI, Suzanne Turner, durante coletiva de imprensa sobre a operação “Escudo de Troia” nesta terça (8) — Foto: Mike Blake/Reuters

    A operação envolveu também a polícia europeia e resultou em prisões na Austrália, na Ásia, na Europa, na América do Sul e no Oriente Médio de envolvidos no tráfico internacional de drogas.

    Foram apreendidos US$ 148 milhões em dinheiro e criptomoedas (cerca de R$ 750 milhões) e 32 toneladas de drogas (incluindo mais de oito toneladas de cocaína e também maconha, anfetaminas e metanfetaminas) em todo o mundo, além de 250 armas de fogo e 55 carros de luxo. 

    Não há informações sobre a participação do Brasil na operação até o momento.

    Foto sem data fornecida pela polícia da Nova Zelândia mostra maconha apreendida na operação “Escudo de Troia” — Foto: Polícia da Nova Zelândia via AP

    A polícia no bolso

    A “Trojan Shield” começou quando autoridades americanas pagaram a um traficante de drogas condenado para dar-lhes acesso a um smartphone e instalou o “ANOM”, um aplicativo de mensagens criptografadas.

    Telefones “criptografados” passaram então a ser vendidos para redes de crime organizado, por meio de distribuidores no submundo do crime, por US$ 2 mil cada um (mais de R$ 10 mil).

    Os celulares não tinham e-mail nem serviço de ligação ou GPS e era necessário enviaram um código por outro usuário do ANOM para que o dispositivo funcionasse. O serviço de mensagens “seguro” era escondido em um aplicativo de calculadora.

    “Os aparelhos circulavam organicamente e se tornaram populares entre os criminosos, que confiavam na legitimidade do aplicativo porque figuras reconhecidas do crime organizado os defendiam”, afirmou a polícia da Austrália em um comunicado.

    A descoberta

     

    A infiltração acabou em março deste ano, quando o usuário “canyouguess67” apontou no WordPress que o ANOM era uma “farsa” e que um dispositivo que havia testado estava “em contato permanente” com os servidores do Google e transmitia dados para outros não seguros na Austrália e nos EUA.

    “É preocupante ver uma série de endereços IP vinculados a muitas corporações dentro da Five Eyes””, dizia a publicação antes de ser removida. Five Eyes (“Cinco Olhos”) é o nome da aliança de inteligência entre Austrália, EUA, Canadá, Reino Unido e Nova Zelândia.

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