Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Netanyahu, um ‘mestre’ da sobrevivência política na corda bamba

    Por

    Por France Presse

    O governo de Benjamin Netanyahu, o primeiro-ministro que mais tempo permaneceu no poder em Israel, pode estar próximo do fim.

    Adorado por alguns e criticado por outros, o premiê luta pela sobrevivência política.

    Os opositores de Netanyahu conseguiram fechar um acordo de coalizão nesta quarta-feira (2). Se obtiver apoio do Parlamento, a oposição vai retirá-lo do poder após 12 anos ininterruptos e um mandato anterior entre 1996 e 1999.

    Após as eleições, uma coisa Netanyahu não poderá evitar: seu julgamento por corrupção.

    “Mago” da política

     

    A capacidade de permanecer no poder rendeu a Netanyahu o apelido de “mago” da política. Ele sempre explorou o argumento da defesa de Israel contra a ameaça do Irã, e mais recentemente da covid-19.

    Com sua inconfundível voz rouca, seu cabelo grisalho sempre impecavelmente penteado e muitas vezes vestido de azul, o primeiro-ministro é o único da história do país que nasceu após a criação de Israel, em 1948.

    Nascido em Tel Aviv em 21 de outubro de 1949, Netanyahu herdou a forte bagagem ideológica de seu pai, Benzion, que foi assistente pessoal de Zeev Jabotinsky, líder da tendência sionista chamada “revisionista”, favorável a uma “Grande Israel” que inclua a Jordânia.

    Contrário ao processo de paz palestino-israelense de Oslo, que o próprio Netanyahu ajudou a enterrar, o primeiro-ministro defende uma visão de Israel como um “Estado judaico”, cujas fronteiras se estendem até a Jordânia.

    Nesse sentido, apoia a anexação da Cisjordânia ocupada e suas medidas favoreceram um aumento das colônias.

    Nos anos 1970, após a Guerra dos Seis Dias (1967), o jovem Netanyahu presta o serviço militar em um comando de elite.

    Mas foi principalmente seu irmão mais velho, Yoni, que se destacou no Exército. A morte dele, em 1976, durante a invasão israelense para libertar os reféns de um voo Tel Aviv-Paris, comoveu profundamente Netanyahu, que faria da “luta contra o terrorismo” um dos principais lemas de sua carreira.

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