Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Sintesac diz que Saúde tem 10 anos de perdas e que governo quer repor apenas dois

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    O presidente dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac), Adailton Cruz, disse, na noite desta segunda-feira, 14, após uma rodada de reuniões com a categoria e representantes do governo, que as propostas apresentadas até o momento precisam melhorar para que o movimento grevista seja suspenso.

    De acordo com o sindicalista, um dos principais empecilhos para que um acordo seja selado é a intenção do governo de repor as perdas salariais da categoria apenas para os anos de 2020 e 2021 em um contexto de 10 anos sem reposição. Para ele, esse item é o que mais está dificultando as negociações.

    “Recebemos uma contraproposta do governo, abordando a parte do plano de carreiras, da dobra da insalubridade (auxílio covid), do pagamento da etapa alimentação, mas há alguns pontos que não estão de acordo com as nossas expectativas, principalmente sobre a reposição das perdas salariais”, disse Adailton.

    Outro ponto importante citado por Cruz é relacionado à exigência de realização de concurso público. Segundo ele, o governo está propondo concurso público apenas para as vacâncias provocadas por aposentadorias e mortes de profissionais, mas o sindicato quer também a ampliação do quadro de trabalhadores.

    “Nós queremos concurso público para suprir as vacâncias, mas também o dimensionamento atual da nossa população de referência, que tem um déficit de 1.000 trabalhadores. Nós estamos analisando, vamos sentar de novo com eles e se houver avanço nesses pontos a gente pode deliberar a suspensão”, disse.

    A categoria da saúde deflagrou o movimento de greve reivindicando a reformulação do Plano de Cargos Carreiras e Remuneração (PCCR), melhorias das condições de trabalho para os profissionais da área em todo o estado e a realização de concurso público, além de várias outras exigências.

    A proposta do movimento, de acordo com o Sintesac e o Sindmed (Sindicato dos Médicos), é a de chamar a atenção da sociedade sobre as deficiências que estão comprometendo a qualidade do atendimento nas unidades públicas, além de pressionar os gestores a implementar as melhorias necessárias.

    Em um vídeo divulgado na internet, o presidente do Sindmed-AC, Guilherme Pulici, pediu apoio da população ao movimento da categoria da saúde e relatou parte das dificuldades que os servidores da saúde estão enfrentando nas diversas unidades do estado, como falta de médicos e problemas estruturais.

    “Em Xapuri, o solo da sala de atendimento está desabando. Em Brasiléia faltam médicos para preencher a escala de plantão, mesmo problema vivenciado em Feijó, onde, às vezes, um médico só tem que atender parturientes e, simultaneamente, pacientes com problemas clínicos e cirúrgicos”, disse Pulici.

    Entre as outras reivindicações da categoria, além do PCCR e da recomposição das perdas inflacionárias, estão o pagamento retroativo do Adicional Covid-19, de dezembro de 2020, gratificação de 20% de insalubridade e o fornecimento de insumos e equipamentos necessários para o exercício profissional.

    Por Ac24horas

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