Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    CoronaVac produz 10 vezes menos anticorpos que vacina da Pfizer

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    Um estudo feito em Hong Kong, com mais de 1,4 mil pacientes e publicado na revista The Lancet Microbe no último dia 15 de julho, concluiu que a CoronaVac induz a produção de uma quantidade de anticorpos contra a covid-19 até 10 vezes menor do que a vacina da Pfizer/BioNTech.

    Ao divulgar o resultado, o jornal francês Le Monde relembrou que diversos países que utilizaram de maneira massiva a CoronaVac para imunizar suas populações registraram novas ondas de contaminação. Mesmo assim, a vacinação se mostrou eficaz na prevenção de formas graves de covid-19.

    O estudo, que comparou as duas vacinas que estão disponíveis no país, foi realizado por pesquisadores da Universidade de Hong Kong em 1.442 profissionais de saúde que receberam duas doses de imunizantes.

    Resultados do estudo

    O artigo especifica que a quantidade de anticorpos não permite avaliar o nível de imunidade conferido por uma vacina, mas que “as diferenças nas concentrações de anticorpos neutralizantes identificados em nosso estudo poderiam resultar em diferenças substanciais na eficácia da vacina”.

    Os pesquisadores também afirmam que os pacientes que receberam doses da CoronaVac apresentaram níveis de anticorpos similares aos de pacientes que contraíram covid-19 e se curaram.

    Os resultados fortalecem as evidências que mostram que as vacinas de RNA-mensageiro exibem uma eficácia maior do que as feitas com tecnologias tradicionais, com vírus inativados. Essas últimas, no entanto, não necessitam de armazenamento em temperaturas abaixo de -70°C, o que dificulta sua distribuição para muitos países.

    Entre os países que tiveram novas ondas de contaminação mesmo com uma alta taxa de vacinação entre os habitantes estão os Emirados Árabes, as Ilhas Seychelles, a Mongólia, o Chile e o Uruguai. Todos esses vacinaram suas populações com a CoronaVac e a vacina da Sinopharm, ambas desenvolvidas na China com tecnologia de vírus inativado.

    No entanto, é importante ressaltar que o maior número de casos graves e mortes, na maior parte dos países, vem sendo registrado entre pessoas que não receberam nenhuma dose de vacinas.

    Por R7

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