Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Amigo de Flávio Bolsonaro pediu ao TSE a cassação de Jair Bolsonaro

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    “Amizade não tem partido”, escreveu o advogado brasiliense Willer Tomaz em sua conta pessoal no Twitter, em maio deste ano, quando publicou duas fotos ao lado de senadores de campos ideológicos opostos: uma com Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) e outra, com Weverton (PDT-MA). Willer é um advogado de ascensão meteórica na capital federal, com um rol de clientes que inclui o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), deputados, senadores e governadores.

    Antes de postar uma foto, ao lado do “amigo” Flávio Bolsonaro, Willer esteve do lado oposto do clã que atualmente comanda a República: em 19 outubro de 2018, ou seja, entre o primeiro e o segundo turnos, ingressou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pedia justamente a anulação do pleito que consagrou Jair Bolsonaro.

    Willer entrou com a ação representando a coligação “Brasil Soberano”, integrada pelo PDT e Avante, que lançaram a fracassada candidatura de Ciro Gomes ao Palácio do Planalto em 2018. Na época, o advogado pedia que, ainda que Jair Bolsonaro viesse a ser eleito (como acabou sendo), o TSE declarasse a sua inelegibilidade, além de cassar o registro do candidato. Na prática, se a ação tivesse sido exitosa, o amigo de Flávio Bolsonaro teria conseguido derrubar Jair e ejetar o chefe do Executivo do terceiro andar do Palácio do Planalto.

    Entre os indícios de crimes apontados por Willer estavam abuso de poder econômico, utilização indevida de comunicação digital para propaganda eleitoral, compra irregular de cadastros de usuários e doação de pessoa jurídica. “Não se pode negar o caráter eleitoral dos fatos narrados, que demonstram à fartura o real comprometimento do equilíbrio do pleito eleitoral de 2018”, escreveu Willer Tomaz. “Patente, assim, abuso de poder econômico, em razão do reforço financeiro dirigido à campanha do candidato Jair Bolsonaro – reforço esse, frise-se, que não está demonstrado nos gastos oficiais de arrecadação eleitoral, o que apenas fortalece a suspeita de que tem origem ilícita.”

    A declaração de amizade a Flávio publicada pelo advogado no Twitter, dois anos e meio após a posse de Bolsonaro, foi uma resposta à reportagem de VEJA que revelou justamente a conexão de Willer com o filho do presidente —que era negada até então. E, justamente por causa dessa relação de amizade, o nome do advogado foi listado na CPI da Pandemia. O relator da comissão, Renan Calheiros, chegou a citá-lo nominalmente em uma das sessões.  Em resposta a Renan, Flávio se pronunciou para defender o amigo e disse que o senador está tentando atingir pessoas próximas a ele.

    Por Veja

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