Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Bolsonaro indicará Mendonça para o STF e manterá Aras na reserva

    Por

    Por Ricardo  Noblat,  Metrópoles 

    Como honrar a palavra dada aos seus fiéis devotos há mais de um ano de que o próximo ministro do Supremo Tribunal Federal será o de alguém “terrivelmente evangélico”?

    No momento, por mais que procure, o presidente Jair Bolsonaro só tem uma saída entre os nomes que dispõe: indicar André Mendonça, atual advogado-geral da União.

    O outro nome seria o de Augusto Aras, procurador-geral da República, que sequer é evangélico. Mas o que fazer se o Senado resistir à indicação de Mendonça?

    Bem, nesse caso, Bolsonaro dirá aos seus devotos que fez tudo para emplacar Mendonça e foi o Senado que não deixou. Então indicará Aras, e o ministro “terrivelmente evangélico” ficará para depois.

    Sair da versão mobile