Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Caso Henry: perícia em telefone de babá será prova contra ela

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    As provas coletadas pelos investigadores da 16ª DP (Barra das Tijuca) para definir o que aconteceu com Henry Borel Medeiros, de 4 anos, que morreu em 8 de março deste ano, poderão ser usadas no inquérito aberto contra a babá do menino, Thayna de Oliveira Ferreira, que responde pelo crime de falso testemunho.

    A autorização foi dada pela juíza Elizabeth Machado Louro, do II Tribunal do Júri do Rio, com isso, o laudo de extração de conteúdo do aparelho celular de Thayná, elaborado por peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) foi feito pelo delegado Henrique Damasceno, servirá de prova contra a acusada, de acordo com o Extra.

    Henry foi morto no apartamento onde morava com a mãe, a professora Monique Medeiros, e o vereador cassado Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, ambos presos desde 8 de abril acusados de torturas e homicídio duplamente qualificado contra a criança.

    O objetivo da polícia com o compartilhamento da prova entre os inquéritos é usar as mensagens recuperadas no telefone de Thayna para demonstrar “omissões e mentiras” no depoimento prestado por ela em 12 de abril quando esteve na delegacia justamente para corrigir e completar as informações dadas na primeira vez em que foi ouvida, em 24 de março.

    De acordo com as Polícia, mesmo informando que estava retificando e completando as informações, a babá continuou mentindo ou omitindo situações da rotina da família de Henry.

    Ao jornal, o delegado Henrique Damasceno, responsável pelas investigações, informou que a análise das mensagens trocadas por Thayna revelam que a agressão que resultou na morte do menino não foi a primeira situação de violência à qual Henry fora submetido.

    Nas conversas, ela chega a afirmar ao pai e ao namorado que, tamanho o desespero de Henry ao ver Jairinho, fez com que ele chegasse a rasgar sua blusa (“Ele gritava horrores”, escreveu). Ela ainda conta ter ganho R$ 100 do ex-veredor para “ficar quieta”.

    Por Metrópoles 

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