Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Flávio Bolsonaro posta vídeo sendo vacinado na repescagem e é o primeiro da família a dizer que foi imunizado

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    O senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) postou um vídeo nesta quinta-feira (22) sendo vacinado pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

    Flávio tem domicílio no Rio e no Distrito Federal. Aos 40 anos, o senador foi vacinado na repescagem na capital fluminense. A vacinação para homens de sua idade ocorreu no dia 9 de julho, há quase duas semanas.

    A Prefeitura do Rio estabeleceu nesta quinta (22) e sexta (23) a repescagem para quem tem mais de 35 anos e ainda não tinha se imunizado.

    Flávio é o primeiro político da família Bolsonaro a dizer que foi vacinado.

    De acordo com a CPI da Pandemia, o governo Bolsonaro agiu contra vacinas que respondem pela maioria das doses aplicadas no país: CoronaVac, do Instituto Butantan, e da Pfizer.

    Essas respondem por 50,2% das doses aplicadas até sábado (17). Depoimentos e documentos colhidos na comissão mostram que o Ministério da Saúde colocava obstáculos para a aquisição desses imunizantes.

    Flávio Bolsonaro escreveu que foi vacinado com a AstraZeneca e escreveu a vacina é “bem mais barata que a de outros fabricantes”.

    Uma das frentes da CPI da Pandemia investiga um suposto pedido de propina na compra — que não se concretizou — de 400 milhões de doses do imunizante.

    Segundo Luiz Paulo Dominghetti, que se apresentava como representante de uma empresa que intermediava a venda, um membro do governo teria pedido US$ 1 de propina por dose.

    Por G1

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