Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Para Zequinha, Rocha foi preciptado ao criar embate com Gladson: “engoli muito sapo com Ilderlei

    Por

    Por Lucas Vitor, ac24horas.com

    Na entrevista da noite desta sexta-feira, 23, o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima (Progressistas) comentou a briga do governador Gladson Cameli (Progressistas) e do vice-governador Major Rocha (PSL) que já ganhou contornos judiciais, inclusive, com liminar no Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) pedindo revogação exonerações feitas por Cameli no gabinete da vice-governadoria.

    Ao comentar a situação dos dois, Zequinha, que já foi vereador, vice-prefeito e agora  prefeito de Cruzeiro do Sul, lembrou dos tempos em que foi vice de Ilderlei Cordeiro (Progressistas), que teve a chapa cassada em 2020.

    “Eu fui vice-prefeito por três anos e meio e eu nunca briguei com Ilderlei. Eu sempre respeitei os espaços dele, eu sabia até onde podia ir. Eu engoli muito sapo, mas preferi me calar e é preciso respeitar o gestor. Todo mundo faz cobranças para o prefeito e não para vice-prefeito. Então, a gente precisa respeitar e é tanto que eu e o Ilderlei não brigamos, se a gente tivesse brigado talvez eu nem seria prefeito hoje”, afirmou.

    Em seguida, Zequinha afirmou que o vice-governador foi precipitado ao decidir ir pelo confronto contra Cameli. Para Zequinha, Rocha poderia ser candidato majoritário em 22 ao Senado ou até mesmo ao governo caso não tivesse tido as brigas entre os dois.

    “Eu acho que ele [Rocha] foi precipitado. Faltou um pouco mais de cautela. Os espaços políticos sempre vem, mas nem sempre no tempo que a gente quer e faltou aguardar o tempo da política. O Rocha contribuiu muito na eleição de 2018, e é tanto que teve a irmã mais votada, e eu acho que se ele tivesse segurado mais um pouco, ele talvez poderia ser candidato majoritário do grupo, inclusive, o do Senado unificado. Só que cada um toma a sua decisão, mas eu não faria”, salientou.

    Sair da versão mobile