Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Petecão diz que não abre mão do Fundão: “não sou empresário, nem tenho amigo rico

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    O senador e pré-candidato ao governo do Acre Sérgio Petecão comentou em entrevista à rádio Integração FM 99,9 na manhã desta terça-feira, 27, o voto favorável ao projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022, que prevê a ampliação de recursos para o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) — fundo eleitoral destinado ao financiamento de campanhas políticas.

    O fundo terá montante de R$ 5,7 bilhões em 2022, ano de eleições presidenciais, quase o triplo do registrado em 2018 e 2020, anos eleitorais em que o fundo era de R$ 2 bilhões.

    Ao ser questionado, Petecão defendeu o voto favorável ao fundão e afirmou que o modelo antigo com doação de empresas não deu certo no país. O senador ressaltou que o dinheiro destinado às eleições ajuda a movimentar a economia gerando emprego e renda.

    “Esse dinheiro que vai pra política ao mesmo tempo aquecer o mercado através das gráficas, na rádio, na televisão e tudo que é canto. Eu votei a favor e esse dinheiro é muito bem fiscalizado. Eu conheço um monte de políticos que estão inelegíveis porque não prestaram contas do dinheiro do fundo. Eu acho que houve um certo exagero [R$, 5,7 bilhões], mas eu não faria campanha sem o fundo partidário. Eu não sou empresário, não tenho amigo rico, eu faço a campanha com o fundo partidário e é com esse fundo que eu ajudo os meus vereadores e os meus candidatos a deputado estadual e federal”, afirmou.

    Por AC 24 Horas

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