Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Regime cubano tenta conter insatisfação popular que se propaga na velocidade das redes sociais

    Por

    Diante dos maiores protestos registrados em 27 anos contra o regime, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, convocou a população a uma reação para defender a Revolução Cubana da ação de “mercenários e contrarrevolucionários”. Não surtiu efeito. A adesão de manifestantes se estendeu espontaneamente por várias cidades e fez o presidente correr para San Antonio de los Baños, a 26 quilômetros de Havana, um dos focos da revolta de domingo, a fim de mobilizar partidários.

    A terceira onda da pandemia do novo coronavírus, aliada à falta de medicamentos e alimentos e ao sistema de saúde à beira do colapso, castiga o país sem piedade. A despeito das denúncias de subnotificações, os casos se alastram em uma proporção assustadora: cerca de 7 mil infectados por dia, segundo dados oficiais, registrando a taxa de 1.300 para cada 100 mil habitantes.

    O governo descartou a proposta de criar um corredor humanitário em Cuba, sob o argumento de que a imagem do caos no sistema de saúde – a vitrine do regime — faz parte de uma campanha orquestrada no exterior e que não corresponde à realidade.

    Se pandemia e escassez foram o motor propulsor para encher as ruas no domingo, gritos por liberdade e pelo fim do regime ecoaram fortemente nos protestos. Manifestantes cantaram trechos de “Patria y vida”, o rap que virou o hino da insatisfação cubana e contesta o mantra “Pátria e morte”, entoado por Fidel.

    Por G1

    Sair da versão mobile