Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    “A situação atual era inevitável”, diz general francês sobre avanço rápido do Talibã no Afeganistão

    Por

    Por RFI

    O Talibã assumiu o controle de cinco capitais de províncias afegãs nos últimos dias. Com as forças estrangeiras deixando o país no final de agosto, o movimento fundamentalista islâmico está conquistando grande parte do território.Na manhã desta segunda-feira (9), o Talibã atacou Mazar-i-Sharif, uma grande cidade no norte do país, relata a correspondente da RFI em Cabul, Sonia Ghezali.

    Em Taloqan, as forças de segurança afegãs apoiadas por milícias de autodefesa resistiram ao Talibã por várias semanas, conta Sonia Ghezali. Em vão. A cidade do nordeste caiu no domingo (8), depois de Kunduz e Sar-e-Pul.

    Os habitantes que permaneceram nessas cidades relatam os ataques aéreos na tentativa de conter o Talibã. Eles falam sobre os B52s, símbolo do poderio militar dos Estados Unidos cruzando os céus, mas sem alterar o equilíbrio de poder.

    Cadáveres espalhados pelas ruas

    Milhares de famílias fugiram do conflito por causa do risco de morte. “É o caos total”, afirmou Abdul Aziz, morador do centro de Kunduz, que falou com a AFP por telefone.

    Os ataques aéreos também estão causando muitas vítimas civis. Vídeos sangrentos ​​circulam nas redes sociais há alguns dias. Há cadáveres de crianças nas ruas com rostos irreconhecíveis pelos ferimentos, outras em estado de choque, desorientadas. No sul do país, os combates acontecem em Kandahar e Lashkar Gah, duas capitais de província que também devem cair.

    O Talibã está avançando a uma velocidade vertiginosa, desde a ofensiva lançada em maio, e com surpreendente facilidade. Eles controlam mais da metade do território afegão e várias fronteiras, incluindo aquelas com o Tajiquistão e o Turcomenistão e um posto de fronteira com o Irã e outro com o Paquistão.

    “A situação atual era inevitável”

    Se a facilidade com que o Talibã avança é surpreendente, todos os que acompanham o assunto sabiam que inevitavelmente os extremistas se apoderariam gradativamente de todo o território afegão e muito rapidamente, agora, do poder em Cabul, explica o general Vincent Desportes, ex-diretor da Escola Superior de Guerra, na França, entrevistado pelo jornalista Achim Lippold, do serviço internacional da RFI.

    O general Desportes se destacou há alguns anos ao criticar a estratégia americana no Afeganistão em entrevista ao jornal Le Monde.

    “Podemos ver que o moral desempenha um grande papel porque o exército afegão é teoricamente muito mais bem treinado do que o Talibã, que não passa de guerrilheiros com Kalashnikovs, enquanto o exército afegão é treinado há anos – duas décadas praticamente ou um pouco menos – pelos exércitos internacionais”, analisa o militar.

    “Portanto, não é um problema de tática ou técnica, é essencialmente um problema de escolha. Os americanos foram muito mais fortes do que os vietnamitas e perderam. Eles eram muito mais fortes do que o Talibã também”, acrescenta o general.

    “Como você espera que o pobre exército afegão, treinado, mas não muito bem armado, e que não acredita mais em si mesmo, prevaleça contra o Talibã? É estritamente impossível. A situação atual era inevitável. Qualquer pessoa familiarizada com o assunto sabia que inevitavelmente, um dia, e inevitavelmente muito rapidamente, o Talibã iria gradualmente assumir todo o Afeganistão e muito rapidamente, agora, o poder em Cabul.”, analisa o militar.

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