Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Agora perseguido, Alexandre de Moraes, votou a favor de Bolsonaro em caso de racismo

    Por

    Alvo de Jair Bolsonaro em diversas frentes, Alexandre de Moraes deu o voto de desempate para não aceitar a denúncia de racismo da Procuradoria-Geral da República (nos tempos em que havia PGR) contra o então deputado federal em 2018 por racismo.

    Em setembro de 2018, a Primeira Turma do STF rejeitou, por maioria, 3 votos a 2, a denúncia de racismo contra Bolsonaro em razão de falas racistas numa palestra que fez em 2017 no Clube Hebraica do Rio de Janeiro.

    Em 2017, no Hebraica, Bolsonaro disse que, se eleito presidente, não destinaria recursos para ONGs e que não teria “um centímetro demarcado” para reservas indígenas ou quilombolas.

    E acrescentou:

    “Onde tem uma terra indígena, tem uma riqueza embaixo dela. Temos que mudar isso daí. […] Eu fui num quilombo, o afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada! Eu acho que nem para procriador ele serve mais. Mais de R$ 1 bilhão por ano é gastado com eles”.

    Além de Alexandre, votaram a favor de Bolsonaro o então relator, Marco Aurélio Mello, e Luiz Fux. Luís Roberto Barroso e Rosa Weber votaram para receber a denúncia e abrir ação penal.

    Por Metrópoles 

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