Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Aras deve ‘intermediar’ relação entre STF e Planalto

    Por

    Por Cláudio Humberto, Diário do Poder

    É lorota a nota do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a reunião do seu presidente com o procurador geral da República. O tal “diálogo permanente entre as duas instituições” e outras obviedades quase não foram tratadas. Falaram por 50 minutos sobre a crise que atingiu sua temperatura mais alta no “rompimento” declarado por Fux, ao cancelar reunião com outros chefes de poder. A Aras restou o papel inescapável de “intermediário informal” na relação entre os chefes dos poderes.

    O pacificador

    Aras é mestre do relacionamento, elegante e gentil, e inspira respeito no Planalto e no STF. Por isso deve evoluir à condição de “pacificador”.

    Quem começou

    A origem na briga entre Jair Bolsonaro e o STF mais parece a velha discussão sobre quem surgiu primeiro, o ovo ou a galinha.

    Ovo ou a galinha?

    O STF acha inaceitável Bolsonaro agredir ministros. O governo acha que o STF começou as hostilidades, “cassando” prerrogativas do presidente.

    O jogo é político

    O STF acusa o presidente até de “crimes” não previstos no ordenamento jurídico: “difundir fake news” e “uso indevido de órgãos de comunicação”.

    Sair da versão mobile