Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Menino morto pela mãe em Imbé era obrigado a escrever frases ofensivas em caderno, diz polícia

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    A Polícia Civil apreendeu, na noite de terça-feira (3), cadernos com frases ofensivas, que segundo a investigação eram copiadas por Miguel dos Santos Rodrigues, de 7 anos. A mãe da criança, Yasmin Rodrigues, de 26 anos, está presa após confessar ter matado a criança.

    Segundo o delegado Antonio Carlos Ractz, Miguel era obrigado a copiar frases como “eu sou um idiota”, “não mereço a mamãe que eu tenho”, “eu sou ladrão, “eu sou ruim” e “eu sou um filho horrível”.

    A polícia fez buscas em dois apartamentos onde Miguel morou com a mãe, no Balneário de Santa Terezinha e outro no centro de Imbé. Além dos cadernos, a polícia também localizou uma corrente, que seria utilizada para manter a criança presa.

    Conversas divulgadas pela polícia mostram a mãe e a madrasta de Miguel, Bruna Nathieli Porto da Rosa, conversando sobre a compra da corrente. Bruna também está presa. Ela e Yasmin foram transferidas do Presídio de Torres para a Penitenciária Feminina de Guaíba, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

    O G1 tenta localizar a defesa de Yasmin. A advogada que defende Bruna, Josiane Tristão Silvano, afirma que analisa o inquérito e as provas produzidas, e que irá emitir posicionamento assim que conversar com a investigada.

    A perícia criminal também esteve nos apartamentos e coletou material genético, informou o delegado.

    Segundo o relato feito à polícia, a mãe dopou a criança usando medicamentos, colocou o corpo dentro de uma mala e jogou no Rio Tramandaí, há uma semana.

    Na quinta-feira (29), foi à Polícia para relatar o suposto desaparecimento da criança. Ao apresentar contradições, foi questionada pela polícia e confessou o crime. Segundo a Polícia Civil, a criança sofria tortura física e psicológica.

    Por G1

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