Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Brasil tem 342 mortes por Covid-19 em 24 horas; média móvel fica abaixo de 600 pela 1ª vez em nove meses

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    O Brasil registrou nesta terça-feira (7) 342 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 584.208 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 526 – a mais baixa desde 1º de dezembro (quando também foi registrada média de 526 óbitos). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -27% e aponta tendência de queda – a mais intensa desde 11 de novembroÉ o 15º dia seguido de recuo nesse comparativo.

    Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta terça-feira. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

    • Quarta (1º): 643
    • Quinta (2): 628
    • Sexta (3): 622
    • Sábado (4): 609
    • Domingo (5): 606
    • Segunda (6): 603
    • Terça (7): 526

    A média móvel de mortes por Covid não ficava abaixo de 600 desde 6 de dezembro do ano passado.

    Em 31 de julho o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

    Nenhum estado apresenta tendência de alta nas mortes.

    Amapá e Sergipe não registraram mortes nas últimas 24 horas. Minas Gerais não divulgou o número de casos.

    Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 20.911.579 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 13.868 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 19.102 diagnósticos por dia – a mais baixa desde 9 de novembro (17.484), resultando em uma variação de -28% em relação aos casos registrados na média há duas semanas, o que indica queda.

    Em seu pior momento a curva da média móvel chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

    Estados

    • Em estabilidade (6 estados e o Distrito Federal): SC, ES, RJ, DF, AP, RR e PB
    • Em queda (20 estados): PR, RS, MG, SP, GO, MS, MT, AC. AM, PA. RO, TO, AL, BA, CE, MA, PE, PI, RN e SE

    Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

    Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

    Por G1

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