Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Com Feijó entre os 10 municípios que mais exploram madeiras na Amazônia, Acre é o 5º no ranking da exploração

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    Um estudo coordenado pela Rede Simex, que é composta por organizações de pesquisa ambiental como Imazon, Idesam, Imaflora e ICV mostrou que Feijó, município distante 362 quilômetros de Rio Branco, está entre os 10 que mais que mais exploraram a atividade madeireira. São 13.037 hectares destinadas a esta atividade, ocupando o 9º lugar no ranking. Aripuanã, no Mato Grosso, lidera com 30.666 hectares destinadas à exploração.
    O estudo compreende o período de agosto de 2019 a julho de 2020 e foi baseado em imagens de satélite. Em todo o País, 464 mil hectares são destinadas à exploração de madeiras, sendo que mais da metade concentra-se no Mato Grosso.
    Uma notícia boa para o Acre é que não há exploração de madeiras em áreas indígenas como acontece em outros estados pesquisados. Também não há exploração em unidades de conservação integral e nem em unidades de uso sustentável.
    O Acre ocupa o 5º lugar entre os estados. São 27.455 hectares utilizadas pela atividade da madeira, o que corresponde a 5,9% da área total do estado. Em primeiro está o Mato Grosso com 50,8%, Amazonas 15,3%, Rondônia 15%, Pará 10,8%, Acre 5,9%, Roraima 2%, Amapá 0,2%.
    Em relação às categorias fundiárias, os pesquisadores identificaram que a maior parte da área explorada foi em imóveis rurais cadastrados, que concentraram 362 mil hectares (78%). Já nos assentamentos rurais foram explorados 19 mil hectares (4%), nos vazios fundiários, 17 mil hectares (4%), e nas terras não destinadas, 12 mil hectares (3%).
    Recentemente, o Notícias da Hora revelou que a madeira é o principal produto exportado pelo Acre e tem como compradores Hong Kong. Em 2020, por exemplo, o Acre vendeu US$ 6,88 milhões em produtos para a ilha que fica na costa sul da China, o que representa 20,3% das exportações de produtos acreanos. Entre os produtos comercializados estão madeiras, miudezas de carnes, castanha-do-pará, couros e peles de bovino, milho e soja.
    Ainda de acordo com o estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Acre avança no desenvolvimento regional a patamares semelhantes ao vivenciado pelo Mato Grosso e o Rondônia. Os pesquisadores afirmam que é preciso ficar atento aos impactos negativos dessa expansão agrícola já experienciados em outras regiões.
    “O Acre está prestes a viver uma grande transformação, de magnitude similar à que ocorreu no Mato Grosso e que está em curso em Rondônia. O desafio é aprender rapidamente para evitar as externalidades negativas da expansão agrícola do Mato Grosso e do Matopiba (parte do Maranhão, Tocantins, Piauí e Oeste da Bahia), reforçar o uso organizado e consciente do solo e coibir a devastação ilegal”, diz o estudo, que tem entre os coordenadores o professor Cristovão Henrique Ribeiro da Silva, da Universidade Federal do Acre.
    Fonte: NotíciasDaHora
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