Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    O centenário de Paulo Freire, por Luiz Calixto

    Por

    A educação brasileira e muitos estudiosos de faculdades reconhecidas mundialmente comemoram neste ano o centenário de nascimento do pernambucano Paulo Freire, idealizador de um método revolucionário para alfabetização de adultos.

    Paulo Freire dava pouca importância ao modelo tradicional e de alienação do tipo “Vovô viu a uva” e o “O boi baba”. O sistema revolucionário consiste , sobretudo, em forjar cidadãos com visão crítica da sociedade e do meio no qual interagem.

    O objetivo fundamental de Paulo Freire era promover, além da alfabetização, da separação das sílabas necessárias a correta leitura e interpretação, a análise dos problemas reais de que afetavam o dia a dia do cidadão alfabetizado.

    E por que, depois de ser considerado o patrono da educação brasileira e festejado e copiado mudialmente, justamente agora a memória de Paulo Freire passou a ser atacada covardemente pela parcela da população brasileira identificada com o presidente?

    Simples: as ideias do bolsonarismo só germinam em terreno onde prevalece a ignorância, o desconhecimento da realidade. Onde há cultura, onde há espaço para o debate, essas idiotices não criam asas, tampouco se desenvolvem.

    Aos “teóricos” dessa doença interessa o indivíduo que leia um texto e ao final não saiba o que acabou de ler. O cidadão capaz de compreender e criticar não é bem-vindo ao sistema.

    Não interessa a eles a formação de cidadãos. É melhor que haja pessoas que acreditem que fuzil é melhor que feijão e que bala é melhor que o diálogo.

    Diante da desmedida estupidez a Justiça Federal do Rio de Janeiro proibiu qualquer ataque à dignidade do professor Paulo Freire, mas as milícias digitais que sequer leram uma de suas obras o apunhalam hediodamente.

    Infelizmente, o resultado de qualquer decisão política não é imediato. Há um tempo razoável de maturação, quer seja para o bem ou para o mal.

    Não por acaso, por exemplo, uma multidão apoia a ida de seu presidente para uma reunião da ONU sem que este esteja devidamente vacinado contra o vírus causador da maior tragédia sanitária do mundo.

    Enquanto os líderes das nações deram o exemplo, o nosso afrontou a ciência se opondo a tudo que fosse recomendado pelas autoridades de saúde.

    Não estranharei o número de comentários a me atacar por causa de minha opinião neste artigo. Sem um exército de incautos e maldosos, o modelo deles não prospera.

    Como escrevi acima e em outros artigos, a ignorância é a correia de transmissão dessa segmento. A sobrevivência desse engodo precisa de gente que confunde uma palestra para adolescente sobre doenças sexualmente transmissíveis com estímulo à sexualidade.

    O tempo, infelizmente, haverá de provar que esse momento de transe vai custar muito caro ao país e as consequências dele serão devastadoras.

    Luiz Calixto é Economista e ex-deputado estadual. 

    Sair da versão mobile