Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Pesquisadores apresentam fóssil inédito de dinossauro carnívoro que viveu em Monte Alto, SP, há 70 milhões de anos

    Por

    Por EPTV2

    Pesquisadores em Monte Alto (SP) apresentaram um fóssil inédito de dinossauro com mais de 70 milhões de anos encontrado na zona rural do município.

    Kurupi itaata, como está sendo chamado, pertence à família dos abelissaurídeos e é o primeiro carnívoro encontrado na cidade, que é considerada terra dos dinossauros pelas descobertas de fósseis e por abrigar um museu de paleontologia.

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    Segundo o paleontólogo Fabiano Vidoi Ioro, um dos responsáveis pela descoberta, a primeira parte do fóssil foi encontrada em 2002, mas os trabalhos de escavação só terminaram em 2014.

    “A princípio, eram ossos da bacia do dinossauro, e a gente veio identificar mais tarde que seria um dinossauro carnívoro. Daí nossos olhos brilharam e falamos que tínhamos que escavar mais, procurar novos ossos. Nessa escavação ao longo dos anos, achamos algumas vértebras que permitiram que a gente identificasse, após os estudos, que era um animal inédito”, disse.

    Os abelissaurídeos estão entre os maiores predadores da América do Sul, predominantemente na Argentina, que concentra o maior número de espécies. Eles viveram entre 145 milhões e 66 milhões de anos atrás. Em grau de comparação, são na América do Sul o que o tiranossauro representa para o hemisfério Norte.

    “No Brasil, essa é a quarta espécie descrita que está sendo apresentada ao público”, diz a paleontóloga e coordenadora do museu, Sandra Tavares.

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