Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Prefeita de Paris anuncia candidatura à presidência da França

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    A prefeita de Paris, a franco-espanhola Anne Hidalgo, anunciou, neste domingo (12), sua candidatura à presidência da França, na tentativa de impulsionar os socialistas nas eleições polarizadas de 2022 entre Emmanuel Macron e Marine Le Pen.

    “Humildemente (…) decidi ser candidata à presidência da República Francesa”, disse a socialista do porto fluvial de Rouen (noroeste) e cujas primeiras palavras foram dirigidas a seus pais, imigrantes espanhóis na França.

    Durante seu discurso de 20 minutos, ela atacou a presidência de Macron, que, em sua opinião, “dividiu como nunca antes” os franceses, “agravou” problemas sociais e “deu as costas à ecologia”.

    Hidalgo, de 62 anos, escolheu Rouen para confirmar o que era um segredo aberto: sua intenção de ser a candidata do Partido Socialista (PS). Outros de seus membros, como o ex-ministro Stéphane Le Foll, também deram o passo.

    Apesar de ter sido eleita para um segundo mandato em Paris, em meados de 2020, garantindo que não se candidataria à presidência, esta política nascida em San Fernando (sul da Espanha) disse na terça-feira em Montpellier (sul) que “nada” a impedia de concorrer.

    Sua candidatura soma-se assim à longa lista de candidatos presidenciais de esquerda, ao lado do esquerdista Jean-Luc Mélenchon (França Insubmissa), o ecologista Yannick Jadot, o comunista Fabien Roussel e o ex-socialista Arnaud Montebourg, entre outros.

    Mas a sete meses da votação, nenhum deles chegaria ao segundo turno, segundo pesquisas, que apontam Macron favorito contra Marine Le Pen (extrema direita).

    No entanto, Hidalgo, inspetora do trabalho de formação, que em recente entrevista ao Le Point se definiu como “social-democrata, ambientalista, feminista e republicana”, espera recuperar o terreno perdido do PS e atrair os desencantados com Macron.

    – “Hidalgo sai de Paris” –

    Embora o PS ainda não tenha escolhido seu candidato, que deve sair de um voto interno de seus membros, Hidalgo aparece como a esperança dos socialistas, cujo candidato à presidência em 2017, Benoît Hamon, obteve 6,36% dos votos apesar de ser o partido no poder.

    Com um programa baseado na justiça social e na ecologia, a socialista espera repetir o marco do conservador Jacques Chirac, que em 1995 conseguiu percorrer os três quilômetros que separam a prefeitura de Paris do Palácio do Eliseu.

    “Devemos transformar nosso modo de vida, nossa economia, porque o planeta é nosso único refúgio e a única fonte de vida”, disse Hidalgo, famosa por sua cruzada contra os carros em Paris e que esboçou em linhas gerais sua visão para a França.

    Sobre outro de seus temas preferidos, reiterou seu desejo de que “as classes médias, as categorias populares, os trabalhadores precários, os jovens, as pessoas com deficiência recuperem a esperança” graças a uma reforma educacional.

    Com entre 7% e 9% das intenções de voto nas pesquisas, Hidalgo terá que romper com sua imagem de política da capital e conquistar o resto do país, do campo às cidades médias.

    “Hidalgo sai de Paris”, era a manchete do jornal Le Journal du Dimanche, sublinhando que “tudo está planejado para adaptar sua imagem às províncias”, como o fato de se rodear de uma equipe de campanha composta por prefeitos.

    Após o anúncio em Rouen, dará uma entrevista às 20h00 (15h00 de Brasília) na televisão pública France 2, ao mesmo tempo que Le Pen na TF1.

    A “rentrée” política na França acelerou a corrida presidencial, que, no entanto, ainda tem várias questões em aberto: Macron ainda não confirmou se será candidato e tanto Os Republicanos (direita) quanto os ambientalistas devem escolher seus candidatos.

    Por GZN

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