Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Refugiada da Gâmbia no Brasil é aprovada em 13 universidades no exterior

    Por

    Por Fernanda Berlinck, G1

    Mariama Bah, que nasceu na Gâmbia, no oeste da África, há 34 anos, tinha 13 quando se casou. Em 2014, ela conseguiu se refugiar no Rio. Em 2016, trouxe a filha adolescente, Maimuna Jawo, para o Brasil. Evitou, assim, que a filha passasse pela mesma experiência de enfrentar o matrimônio na adolescência e abandonar a escola.

    No mundo, existem 650 milhões de meninas e mulheres que se casaram antes de completar 18 anos, segundo o Fundo da Nações Unidas para a Infância (Unicef). A entidade aponta as consequências (todas nocivas) mais usuais do matrimônio infantil:

    • evasão escolar (essas mulheres tornam-se menos propensas a permanecer na escola);
    • gravidez precoce;
    • isolamento da família;
    • e violência doméstica.

    Mesmo sem falar português, Mariama trabalhou como cabeleireira, deu aulas de inglês, atuou em TV e teatro e criou uma marca de roupas que divulga a cultura africana.

    “Quero mostrar o lado bonito, colorido, alegre e rico da África”, afirmou em entrevista ao g1. E a educação interrompida lá atrás em razão do casamento precoce acabou virando uma causa compartilhada por mãe e (agora) pela filha. Juntas, conquistaram uma bolsa de estudos para Maimuna na escola bilíngue Ladies of Mercy (OLM), na zona sul do Rio.

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