Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Biden diz que EUA têm compromisso de defender Taiwan

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    Os Estados Unidos (EUA) têm compromisso de defender a ilha de Taiwan que a China reivindica como sua, disse o presidente norte-americano, Joe Biden, nessa quinta-feira (21). A Casa Branca informou que não houve mudança na política para a ilha.

    “Sim, temos o compromisso de fazer isso”, afirmou Biden em entrevista coletiva, quando indagado se os EUA iriam em defesa de Taiwan, que se queixa de uma pressão militar e política crescente de Pequim para aceitar a soberania chinesa.

    Embora Washington seja obrigada por lei a garantir a Taiwan os meios para se defender, há tempos segue uma diretriz de “ambiguidade estratégica” quanto a uma intervenção militar para proteger a ilha no caso de um ataque chinês.

    Em agosto, uma autoridade do governo Biden disse que a política norte-americana para a ilha não mudou depois que o presidente pareceu insinuar que os EUA a defenderiam se ela fosse atacada.

    Um porta-voz da Casa Branca disse que, na entrevista coletiva, Biden não estava anunciando nenhuma alteração na abordagem e que “não há mudança na política”, mas não quis comentar mais quando indagado se Biden se equivocou.

    “O relacionamento de defesa dos EUA com Taiwan é guiado pela Lei de Relações com a ilha. Manteremos nosso compromisso de acordo com a lei, continuaremos a apoiar a legítima defesa de Taiwan e continuaremos a nos opor a quaisquer mudanças unilaterais do status quo“, disse o porta-voz.

    A China manifestou desagrado mesmo assim. Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores afirmou que o país não tem espaço para concessões em seus interesses centrais.

    A China pede aos EUA que “não enviem os sinais errados às forças de independência de Taiwan para evitar prejudicar seriamente os laços sino-norte-americanos, a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan”, disse o porta-voz Wang Wenbin em Pequim.

    O gabinete presidencial taiwanês reiterou que sua posição continua a mesma, que é nem ceder à pressão, nem “avançar precipitadamente” quando recebe apoio.

    Taiwan mostrará uma determinação firme para se defender, afirmou o porta-voz do gabinete presidencial, Xavier Chang, em comunicado, acrescentando que as ações concretas constantes do governo Biden mostram apoio “firme como uma rocha” à ilha.

    Segundo Biden, as pessoas não deveriam se preocupar com o poder militar de Washington. “China, Rússia e o resto do mundo sabem que somos as Forças Armadas mais poderosas da história do mundo”.

    Por Agência Brasil 

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