Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Cerca de 48 famílias continuam em aluguel social em Cruzeiro do Sul após enchente histórica

    Por

    Oito meses após a enchente histórica que atingiu a cidade de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, e desabrigou cerca de 250 pessoas, ao menos 48 famílias continuam vivendo no aluguel social, custeado pela prefeitura.

    A informação foi confirmada ao g1 pela coordenadora do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Vanda de Oliveira. Segundo ela, atualmente, são 56 famílias que estão em aluguel social na cidade, sendo que a maioria ainda é por conta da cheia.

    Mesmo após a vazante, em abril deste ano, a alagação trouxe sérios prejuízos, como a erosão de vários pontos da cidade, fazendo com que dezenas de famílias perdessem tudo o que tinham.

    Com os aluguéis dessas famílias, a prefeitura gasta em média cerca de R$ 22,4 mil por mês. Segundo a coordenadora, além desse suporte, também são feitas ações com entregas de sacolões de alimentos e produtos de limpeza.

    “Muitos perderam realmente suas casas por conta enchente, não tiveram condições de recuperar e, até então, o município ainda não conseguiu um outro local, ou fazer a construção de casas. Além dessas famílias, também temos famílias que foram atingidas por desabamento após temporais aqui na região que estão em aluguel social, além de pessoas que tiveram casas incendiadas e ficaram sem ter onde morar”, disse a coordenadora.

    Por G1

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