Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Coreia do Norte dispara míssil balístico para o mar do Japão

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    A Coreia do Sul informou que a Coreia do Norte lançou um míssil balístico para o mar do Japão. Pyongyang tem desenvolvido vários testes com mísseis nas últimas semanas, incluindo um com armas hipersónicas e de longo alcance.

    O lançamento partiu da localidade de Sinpo, no leste da Coreia do Norte, e teria sido lançado a partir de um submarino ou de uma plataforma submersa, dizem os analistas.

    Alguns dos testes realizados pela Coreia do Norte estão proibidos pelas Nações Unidas, como os de mísseis balísticos e com armas nucleares.

    Os mísseis balísticos são considerados mais perigosos e ameaçadores do que os misseis de cruzeiro, uma vez que podem transportar maior peso, têm mais alcance e são mais rápidos.

    O míssil lançado hoje tinha sido apresentado em janeiro por Pyongyang como “a arma mais poderosa do mundo”. A Coreia do Sul também anunciou ter armamento semelhante há apenas algumas semanas, numa corrida às armas em plena Península coreana.

    Tecnicamente, as Coreias continuam em guerra, uma vez que a Guerra da Coreia, que dividiu a península em dois países, terminou em 1953 com um armistício.

    A informação sobre o lançamento do míssil foi confirmada por responsáveis militares da Coreia do Sul, que acreditam que o míssil em causa voou cerca de 450 quilómetros a atingiu altura de 60 quilômetros.

    “Os nossos militares estão monitorando de perto a situação e mantendo uma postura de prontidão, em estreita colaboração com os Estados Unidos, de forma a preparar possíveis lançamentos”, adiantam os chefes militares em Seul, em comunicado.

    O Japão já reagiu. O primeiro-ministro Fumio Kishida considera que o lançamento dos mísseis balísticos e os testes realizados por Pyongyang são “lamentáveis”.  

    Esforços diplomáticos

    Esta não é a primeira vez que a Coreia do Norte testa um míssil a partir de uma plataforma subaquática. Em outubro de 2019, o país lançou o míssil submarino Pukguksong-3. A agência estatal de notícias KCNA informou que a ação pretendia minimizar uma “ameaça externa”.

    O míssil foi lançado em trajetória vertical, mas se tivesse percorrido um percurso padrão poderia ter atingido o território da Coreia do Sul ou do Japão.

    Por outro lado, os mísseis lançados a partir de submarinos ou plataformas submersas podem fazer com que esses lançamentos sejam mais difíceis de detectar de forma prematura.

    Desde que Kim Jong-un assumiu a liderança, o país tem efetuado vários testes de armamento e reforçado o arsenal militar, apesar das sanções internacionais devido aos programas de armamento nuclear e de mísseis balísticos.

    Sung Kim, representante especial dos Estados Unidos para questões da Coreia do Norte, tem apelado nos últimos dias às conversações diplomáticas entre os países envolvidos.

    “Não temos qualquer intenção hostil em relação à Coreia do Norte e esperamos realizar um encontro” sem condições prévias, disse o diplomata ainda nsegunda-feira (19), ao final de uma reunião com um responsável norte-coreano, Noh Kyu-duk.

    Em 2018, o líder norte-coreano Kim Jong-un foi o primeiro da história a se reunir com um presidente norte-americano – Donald Trump – primeiro em Singapura e depois em Hanói, já em fevereiro de 2019. Meses mais tarde, durante viagem à Ásia, Trump fez uma visita inesperada à zona desmilitarizada entre as Coreias, em junho de 2019, onde voltou a se encontrar com o líder norte-coreano.

    No entanto, esses encontros foram pouco proveitosos, uma vez que não foi possível alcançar um acordo para o levantamento de sanções contra o regime norte-coreano, ou um compromisso por parte da Coreia do Norte para a contenção dos programas nuclear e de mísseis balísticos.

    Desde então, nos últimos dois anos, os lançamentos e o programa de mísseis balísticos prosseguiu, apesar das dificuldades econômicas e de um bloqueio territorial no país autoimposto devido à pandemia.

    Estados Unidos

    As Forças Armadas dos Estados Unidos condenaram hoje o lançamento, pela Coreia do Norte, do míssil balístico disparado a partir de um submarino e apelaram a Pyongyang para “se abster de novos atos desestabilizadores”.

    “Estamos cientes do lançamento [feito hoje] de manhã de um míssil balístico norte-coreano para o mar do Japão e estamos em consultas com a Coreia do Sul e o Japão”, disse, em comunicado, o comando norte-americano do Indo-Pacífico.

    “[O acontecimento de hoje] não constitui ameaça imediata ao pessoal norte-americano, ao nosso território ou aos nossos aliados”, destacou.

    Por Agência Brasil 

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