Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Entenda como fica preço da carne após suspensão das vendas para a China

    Por

    Por Paula Salati, g1

    Enquanto nas prateleiras dos mercados o preço da carne está nas alturas, no campo, os valores recuaram alguns reais. Isso porque as vendas do Brasil para a China foram suspensas, após casos suspeitos de vaca louca notificados em Minas Gerais e Mato Grosso (saiba o que é a doença aqui).

    A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) já informou que as ocorrências não representam risco para a cadeia de produção bovina brasileira. Mesmo assim, a China mantém o veto há 47 dias

    Veja perguntas e respostas dos reflexos para os preços no Brasil:

    1. Por que o preço da carne caiu nas zonas rurais?
    2. A queda vai chegar aos supermercados?
    3. E no longo prazo, como fica?
    4. O que pecuaristas têm feito?

    1. Por que o preço da carne caiu nas zonas rurais?

    A cotação do boi gordo recuou depois que a China parou de comprar carne bovina do Brasil, no dia 4 de setembro.

    O país asiático importa quase metade das cerca de 2 milhões toneladas de carne que o Brasil envia a outros países, por ano e, portanto, todo movimento que a nação faz facilmente afeta nossos preços.

    No campo, a arroba bovina está custando cerca de R$ 272. No início de setembro, quando ocorreu a suspensão, a cotação estava em torno de R$ 305, chegando a bater recorde em junho (R$ 322).

    2. A queda vai chegar aos supermercados?

    Nos supermercados ainda não se sabe se a queda vai chegar.

    Mas, no estado de São Paulo, por exemplo, o preço no atacado já caiu porque uma parte pequena do que seria embarcada para a China foi despachada para o mercado interno, conta o analista da Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, que acompanha o setor.

    Ele ressalta, entretanto, que a maioria da carne bovina ainda está parada em câmaras frias e contêineres nos portos, sem previsão de destino.

    “Parte da carne já entrou no nosso mercado e isso se refletiu no atacado. Antes de agosto, o quilo do corte do bovino estava em torno de R$ 17 e recuou para R$ 14 nesta semana”, afirma Iglesias.

    No varejo da cidade de São Paulo, entretanto, o preço da carne continua em alta. O produto subiu 0,62% na segunda semana de outubro, após ter avançado 0,42% na semana imediatamente anterior, mostram dados da Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

    O analista Guilherme Moreira, coordenador do IPC, diz que, após a suspensão da China, no dia 4 de setembro, a proteína bovina começou a ter leves recuos, que já foram revertidos neste mês. “Então, se houve impacto, foi bem pouco. Na verdade, pode ter evitado novas altas”, diz.

    “Essa queda pode chegar ao consumidor, mas não na mesma proporção do atacado. Movimentos de alta de preço são repassados de forma mais agressiva pelo varejo. Mas, quando são de baixa, não é assim…esses repasses acabam sendo mais discretos. É um perfil do negócio”, ressalta Iglesias, do Safras.

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