Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    RJ: militares são condenados por mortes de músico e catador

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    Por Terra.com.br

    A Justiça Militar condenou na madrugada desta quinta-feira, 14, oito militares pelas mortes do músico Evaldo dos Santos Rosa e do catador de material reciclável Luciano Macedo, fuzilados em ação do Exército no Rio de Janeiro em 7 de abril de 2019.

    Mais de dois anos e meio depois das mortes e após 15 horas de julgamento, o tenente Ítalo da Silva Nunes, que comandava a ação, recebeu uma pena de 31 anos e 6 meses de prisão por duplo homicídio e tentativa de homicídio de Sérgio de Araújo, sogro do músico.

    Os outros sete militares condenados, que também efetuaram disparos na ação, realizada em Guadalupe, na Zona Norte do Rio, receberam penas de 28 anos de prisão. São eles: sargento Fábio Henrique Souza Braz da Silva, cabo Leonardo Oliveira de Souza, soldado Gabriel Christian Honorato, soldado Matheus Sant’Anna, soldado Marlon Conceição da Silva, soldado João Lucas da Costa Gonçalo e soldado Gabriel da Silva de Barros Lins.

    Nunes recebeu a maior pena por, além de comandar o grupo, ter sido o primeiro a disparar e ter atirado o maior número de vezes: 77. Quatro outros militares que haviam sido acusado foram absolvidos por não ter sido provado que efetuaram disparos na ocasião.

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