Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Taxa de homicídio de crianças e adolescentes no AC quase triplicou em dez anos, aponta pesquisa

    Por

    Por Iryá Rodrigues, g1 AC — Rio Branco

    A taxa de homicídio de crianças e adolescentes entre 10 e 19 anos subiu 183,5% no Acre, passando de de 12,5 por 100 mil habitantes em 2009 para 35,4 em 2019.

    Durante esse período de 10 anos foram registradas 549 mortes de crianças e adolescentes no estado. Os dados são da pesquisa Homicídios na Infância e Adolescência no Brasil, levantados pela ONG Visão Mundial.

    Em 2019, o Acre ficou em quarto lugar no ranking entre os estados com as maiores taxas de homicídio de crianças e adolescentes, com o registro de 35,4 por 100 mil habitantes. O estado ficou atrás apenas do Amapá (67,4), a Bahia (40,3), o Rio Grande do Norte (40,1).

    O maior registro de homicídios no estado acreano foi em 2017, com 118 casos, enquanto que o menor número foi nos anos de 2009 e 2011, com 22 registros em cada ano.

    Conforme a pesquisa, o Acre registrou ainda o maior aumento no índice de homicídio de crianças e adolescentes entre os estados no período de 2009 e 2019. Dos 26 estados e o distrito federal, 15 registraram reduções nas taxas e 12 tiveram aumento.

    Guerra de facções

    O secretário de Segurança Pública do Acre, coronel Paulo Cézar, lembrou que o maior número de registros de mortes entre crianças e adolescentes foi o mesmo período marcado por centenas de mortes violentas em todo o estado, em meio à guerra de facções.

    Segundo dados do Monitor da Violência, feito pelo g1 em parceria com informações da Segurança Pública do estado, somente em 2017 foram registradas 530 mortes violentas em todo o Acre.

    “Naquele ano, houve a morte do principal traficante da América Latina e as organizações criminosas entraram em guerra. A rota do Paraguai colapsou por conta dessa guerra e, naturalmente, as duas organizações buscaram a região Norte como rota. Consequentemente, essa região passou a ser palco de execuções e o Acre se destacou neste período em todos os números em relação à violência. E as vítimas dessas mortes violentas foram os jovens, que são recrutados pelas facções. Então, tem esse ápice derivado dessa guerra e hoje vivemos o movimento contrário, de redução contínua desses números”, explicou o secretário.

    Ainda segundo os dados do Monitor da Violência, em 2018 foram registradas 413 mortes violentas no Acre, em 2019 foram 312 casos, em 2020 o número de mortes violentas chegou a 288 e este ano, até o mês de setembro foram contabilizados 158 casos.

    E para essa gradual redução nos números, o secretário atribuiu a três principais eixos de trabalho da Segurança Pública.

    “O Acre montou uma força de fronteira e pegou nove unidades das polícias Civil e Militar e envolveu no programa Vigia, que combate crimes transfronteiriços, com atuação do Grupo Especial de Fronteira do Acre (Gefron), firmamos convênio com a Bolívia. Outro pilar foi a integração das forças de segurança por meio da formação de força tarefa. E, por fim, a retomada da disciplina nos nossos presídios. Foi o que permitiu o Acre a voltar a apresentar números menores”, concluiu.

    Sair da versão mobile