Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Acre teve a terceira maior taxa de homicídios femininos em 2020

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    Por Ramairi Cardoso, ac24horas.com

    Os dados apresentados na última edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública moldam um retrato das notificações oficiais de violência contra meninas e mulheres em todo o país no ano de 2020, período marcado pela pandemia de Covid-19.

    Foram 3.913 homicídios de mulheres, dos quais 1.350 foram registrados como feminicídios, média de 34,5% do total de assassinatos. A taxa de homicídios de mulheres caiu 2,1%, passando de 3,7 mulheres mortas por grupo de 100 mil mulheres em 2019 para 3,6 mortes por 100 mil em 2020.

    Os feminicídios, por sua vez, apresentaram variação de 0,7% na taxa, que se manteve estável em 1,2 mortes por grupo de 100 mil pessoas. Em números absolutos, 1.350 mulheres foram assassinadas por sua condição de gênero, ou seja, morreram por serem mulheres.

    No total, foram 3.913 mulheres assassinadas no país no ano passado, inclusos os números do feminicídio. Esta relação indica que 34,5% do total de assassinatos de mulheres foi considerado como feminicídio pelas Polícias Civis estaduais.

    As taxas mais elevadas de homicídios femininos ocorreram no Mato Grosso do Sul (7,8), no Ceará (7,0), no Acre (6,9) e em Rondônia (6,4). As maiores taxas de feminicídio estão em Mato Grosso com taxa de 3,6; Roraima e Mato Grosso do Sul, ambos com taxa de 3 por 100 mil mulheres; e Acre com taxa de 2,7.

    Também em 2020, no primeiro semestre daquele ano, o Acre registrou um aumento de 170% no número de mulheres assassinadas em comparação com o mesmo período do ano anterior. Foi o maior crescimento entre todas as demais unidades da federação.

    Foram oito feminicídios ocorridos naquela ocasião contra três do ano anterior, segundo dados do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O feminicídio ocorre quando as mulheres são mortas por conta do gênero.

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