Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    ‘Na próxima, você será retirado’, diz juiz do julgamento da boate Kiss a advogado após desentendimento

    Por

    Por g1 RS

    O advogado Jean Severo, que defende o réu Luciano Bonilha no julgamento da boate Kiss, foi advertido pelo juiz Orlando Faccini Neto, durante depoimento de Daniel Rodrigues da Silva, gerente da loja em que os artefatos pirotécnicos usados na boate foram comprados. “Hoje, não está fácil. hoje, não está fácil. A próxima que você me fizer, você não vai ficar mais aqui”. O julgamento chegou ao terceiro dia nesta sexta-feira (3).

    Os familiares de vítimas que acompanham o júri no plenário também reagiram, criticando o advogado. Ele se exaltou em duas situações: quando o depoente questionou se precisava responder pergunta sobre a fiscalização em sua loja, e quando Daniel recusou-se a ler o rótulo de uma caixa de fogos de artifício.

    O júri chegou a ser interrompido por dez minutos. Os familiares foram orientados pela equipe do tribunal a não se manifestarem.

    No dia anterior, durante a segunda sessão do júri, Faccini Neto já havia advertido advogados de defesa, classificando uma ação da defesa do réu Elissandro Spohr como “apelativa e desnecessária”. O advogado Jader Marques chamou seu cliente para o centro do auditório e, frente a frente com uma sobrevivente do incêndio, questionou se ela tinha “ódio” do acusado.

    “Isso não é adequado porque nós estamos em um sistema de Justiça que busca, efetivamente, racionalizar aquilo que as vítimas sentem. […] Eu considero — digo isso muito respeitosamente, mas vai ficar registrado — eu considero apelativo e desnecessário isso”, sustentou.

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