Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    População de municípios vulneráveis se desloca mais para internações

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    A busca por tratamento de saúde de moradores de municípios vulneráveis do Brasil pode ser muito difícil, pois muitos necessitam se deslocar para outras localidades a fim de obter atendimento hospitalar. É o que mostram os resultados parciais do estudo Análise dos Fluxos para Internações da População Residente em Municípios Vulneráveis: padrões e consequências da pandemia, divulgado nesta semana.

    Segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o resultado é que “isso amplia os desafios para se obter cuidado resolutivo em tempo oportuno, especialmente quando a demanda é por serviços mais complexos”, e que podem levar a complicações graves na saúde dos pacientes.

    O trabalho analisa os fluxos para internação hospitalar de moradores de 1.314 municípios, que concentravam 20% ou mais da população em situação de extrema pobreza, segundo o Censo 2010, a partir dos dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH-SUS/DataSUS). O projeto contou com o apoio do Programa Inova Fiocruz.

    No relatório divulgado, “quase metade das internações consideradas ocorreu nos municípios de residência e cerca de 30% em municípios da mesma região de saúde do município de residência”.

    Ao analisar a realização das internações no município de residência em relação aos diferentes grupos de procedimentos, os valores variaram conforme a complexidade, de 63,6% (para internações clínicas) a 7% (internações oncológicas). Entre as grandes regiões, “cerca de 30-40% das internações de residentes realizadas fora do município de residência tiveram como destino outro município da mesma região de saúde, com exceção da Região Sul, com um único município com 20% ou mais da população em situação de extrema pobreza”.

    Os dados levantados apontam que as internações oncológicas foram majoritariamente realizadas em outras regiões de saúde (74,2%), o que pode significar percursos de maiores distâncias. Além disso, 39% das internações cirúrgicas de residentes dos municípios considerados na análise ocorreram em outras regiões de saúde.

    Os procedimentos de menor complexidade, como parto normal e internações clínicas, apresentam maiores percentuais de realização da internação no município de residência (respectivamente, 53,9% e 63,6%). 

    Em estados como Amazonas (40,2%), Goiás (54,5%), Rio Grande do Norte (60,7%) e Sergipe (65,6%), os pacientes buscam ajuda em outras regiões de saúde que não são as suas de residência, o que pode indicar, segundo os pesquisadores, “baixa efetividade do processo de regionalização”, em decorrência de “obstáculos políticos e técnicos na organização e efetivação do processo de regionalização, uma vez que menos de 40% das internações realizadas em outro município ocorreram na mesma região de saúde”.

    Região de saúde, conforme a Resolução nº 1, de 29/09/2011, do Ministério da Saúde, é “o espaço geográfico contínuo constituído por agrupamento de municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades culturais, econômicas e sociais e de redes de comunicação e infraestrutura de transportes compartilhados, com a finalidade de integrar a organização, o planejamento e a execução de ações e serviços”. 

    De acordo com a Fiocruz, as conclusões do estudo podem auxiliar no planejamento da alocação de recursos físicos e humanos em saúde, de forma a atender às necessidades da população.

    O estudo é assinado pelos pesquisadores do Proadess – Projeto de Avaliação do Desempenho do Sistema de Saúde: Francisco Viacava, Carolina de Campos Carvalho, Ricardo Dantas de Oliveira e Anselmo Romão, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), e Monica Martins, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz).

    Por Agência Brasil

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