Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Reviravolta na morte de Júlia Félix: Tribunal do Juri pede mais investigação

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    Uma tragédia que comoveu todo o Distrito Federal tomou um rumo surpreendente para quem acompanhou o caso da morte de Júlia Félix de Moraes, 2 anos. A criança foi assassinada a facadas dentro de uma quitinete, na Colônia Agrícola Samambaia, em Vicente Pires, em 13 de fevereiro de 2020. Laryssa Yasmin Pires de Moraes, 21, mãe da vítima, foi presa na época, assumiu a autoria do homicídio e permaneceu detida na Penitenciária Feminina (PFDF) por 1 ano e 9 meses. Em 17 de novembro, o Tribunal do Júri de Águas Claras concedeu alvará de soltura à Laryssa e pediu a retomada das investigações sobre o fato. O motivo seria a inconsistência das declarações prestadas por Giuvan Félix Araújo, pai de Júlia, que estava presente no apartamento no dia do homicídio. Em entrevista ao Correio, Laryssa dá nova versão e detalha o passo a passo do que teria acontecido no dia da morte da filha.

    Com base na decisão da Justiça, o primeiro depoimento prestado pela mãe da criança na 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro), logo após ser presa, foi ocultado e não constava nos autos do processo. Foi essa declaração que intrigou o desembargador, que encontrou incoerências nas provas técnicas produzidas no curso da persecução penal, em especial as conclusões apontadas pelos peritos, quanto a elaboração do laudo pericial da reconstituição simulada dos fatos. A autoridade solicitou o aprofundamento nas investigações para que o caso seja melhor esclarecido. Determinou, ainda, que seja oficiado à Corregedoria Geral de Polícia Civil, a fim de apurar a conduta do delegado.

    Em depoimento, Giuvan contou que dormia em um colchão no chão da sala, quando acordou sendo esfaqueado no rosto por Laryssa. Na época, ele alegou não ter visto o momento em que a jovem teria ferido Júlia, muito menos ouvido o choro da criança e, ao acordar, encontrou a menina no chão com marcas de sangue e, logo em seguida, acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A versão contada por Laryssa é diferente. Sob a condição de não ser fotografada por medo de represálias, a jovem atribui a autoria do homicídio ao ex, que desativou todas as redes sociais após a soltura dela.

    Por Correio Braziliense 

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