Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Servidores do BC começam a entregar cargos de chefia e prometem greve dia 18

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    Em mais um capítulo da crise no funcionalismo público, titulares de comissões gerenciais do Banco Central (BC) começaram a entregar os cargos na segunda-feira (3/01). Nos próximos dias, será realizada uma série de reuniões virtuais com gestores responsáveis por vários setores da instituição para convencer o maior número possível de servidores a aderir ao ato. Para o dia 18, está marcado um protesto, em Brasília, pela reestruturação da carreira.

    A mobilização do funcionalismo é uma contrapartida à decisão do governo de reservar R$ 1,7 bilhão do Orçamento de 2022 para reajuste salarial apenas aos servidores da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Departamento Penitenciário Nacional.

    De acordo com o Sindicato dos Funcionários do Banco Central (Sinal), a instituição tem cerca de 500 cargos comissionados. A intenção é, também, convencer os suplentes a não assumirem os postos que ficarão vagos. “Todo departamento do Banco Central tem uma função gerencial, composta por pessoas que têm caneta para gerenciar fluxo de trabalho. A ideia é que, com essa entrega dos cargos, alguns serviços do banco fiquem paralisados”, ressaltou Fábio Faiad, presidente do Sinal. A entidade cobra que o presidente do BC, Roberto Campos Neto, entre em campo para defender os interesses da categoria.

    Faiad também é vice-presidente do Fórum Nacional das Carreiras de Estado (Fonacate), que reúne diversos sindicatos de servidores (200 mil no total entre associados federais e estaduais), entre eles, o do próprio BC.

    O Fonacate, representante da elite do funcionalismo, organiza uma paralisação nacional de todas as categorias federais também no dia 18. O presidente da entidade, Rudinei Marques, explicou que a janela disponível para incluir o reajuste salarial no Orçamento 2022 é curta por ser este um ano eleitoral.

    “Estamos vendo várias categorias do funcionalismo se mobilizando e articulando para aumentar a pressão em prol da campanha salarial de 2022. Teremos uma janela curta, de três meses, e as próximas semanas serão decisivas”, enfatizou Marques. “No dia 18 de janeiro, faremos um primeiro protesto nacional, buscando reposição das perdas inflacionárias nos últimos cinco anos. Se essa primeira manifestação não for suficiente para abrir um canal de diálogo com o governo, nós já temos um calendário de mobilizações para semanas subsequentes.”

    Por Correio Braziliense 

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