Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Bolsonaro convida príncipe saudita para visitar o Brasil

    Por

    Por Natuza Nery e Julia Duailibi

    O presidente Jair Bolsonaro convidou o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohamed bin Salman, para vir ao Brasil, afirmam fontes do governo.

    Essas fontes disseram às comentaristas Natuza Nery e Julia Duailibi que Salman aceitou. Conforme as tratativas, o encontro está previsto para março.

    O convite formal foi feito pela diplomacia brasileira ao ministro dos Negócios Estrangeiros, príncipe Faisal bin Farhan Al Saud, em 25 de novembro de 2021, quando ele esteve no Brasil.

    Mohamed bin Salman é conhecido no mundo por usar medidas violentas para silenciar dissidentes, inclusive no exterior. A Arábia Saudita é uma ditadura.

    Ele é apontado em relatórios do departamento de inteligência dos Estados Unidos como o mandante da morte do jornalista Jamal Khashoggi, em 2018. Crítico do regime, o repórter foi assassinado e esquartejado após entrar no consulado da Arábia Saudita em Istambul.

    Em 2019, Jair Bolsonaro sofreu diversas críticas ao decidir fazer uma visita oficial à Arábia Saudita.

    Naquela ocasião, o presidente brasileiro afirmou ter “afinidade” com bin Salman.

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