Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    ‘Brasil recebe, mas não acolhe’: violência, preconceito e pobreza fazem com que congoleses pensem em deixar o país

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    “Saí de casa para trabalhar há sete anos e nunca mais voltei.” Lina*, uma congolesa refugiada no Brasil, resume assim sua história desde que deixou seu país.

    Ela conta que vinha sendo perseguida por ser oposição e protestar contra o governo que estava no poder na época e que chegou a ficar presa ilegalmente por um mês.

    Lina afirma que seu marido já havia fugido pelo mesmo motivo e, depois de ser libertada, decidiu fazer igual. Ficou escondida algum tempo e, então, aproveitou um visto brasileiro de turismo que tinha tirado há pouco.

    Aqui no Brasil, ela encontrou seu lugar na comunidade crescente de congoleses. Depois de algum tempo, reencontrou-se com o marido.

    Mas ela diz que nunca conseguiu um emprego na área em que se formou e foi morar na periferia, onde conseguia pagar as contas com os trabalhos que surgem, graças aos outros e por iniciativa própria.

    A vida foi se ajeitando, mas Lina acha que pode ser obrigada a partir de novo. Ela diz que, de uns anos para cá, as hostilidades contra os congoleses ficaram mais frequentes.

    Conta que sua casa foi invadida e que seu marido recebeu uma ameaça de morte. Lina decidiu se mudar com a família para outro bairro – e, alguns dias depois, um amigo, que também era africano, foi assassinado pelo vizinho.

    “Não foi um caso isolado. O que aconteceu com o Moïse já aconteceu com outros. Muita gente acha que a situação vai piorar ainda mais”, diz ela. “Muitos estão pensando em sair do Brasil.”

    O governo da República Democrática do Congo, por meio da sua embaixada no Brasil, disse que Moïse foi o quinto congolês morto no país nos últimos seis anos.

    O Congo disse que pediu explicações ao governo brasileiro, mas que nunca recebeu retorno.

    A BBC News Brasil questionou o Itamaraty, que não respondeu se foi ou não questionado pelo governo do Congo sobre os crimes.

    O ministério falou apenas do caso de Moïse e disse que “expressa sua indignação com o brutal assassinato e espera que o culpado ou culpados sejam levados à Justiça no menor prazo possível”.

    Três homens foram presos e acusados de matar o congolês. Imagens de câmeras de segurança registraram o crime.

    “Não queremos mais ficar no país”, disse a mãe de Moïse à revista Marie Claire. “Pretendemos ir embora do Brasil quando se fizer justiça pelo meu filho.”

    Por BBC News

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