Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Não podemos pagar preço de outra guerra mundial, diz presidente da Ucrânia

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    Em Conferência de Segurança realizada hoje (19) em Munique, na Alemanha, e mediada pela âncora da CNN Christiane Amanpour, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que o mundo não está preparado para “pagar o preço” de outra guerra mundial.

    “O mundo já pagou um preço muito alto com duas guerras mundiais e nós não podemos seguir nessa tendência. E não tornar isso uma tendência. Nós precisamos construir um novo sistema, antes que tenhamos milhões de vítimas”, afirmou Zelensky.

    O presidente se pronunciou em meio à escalada de tensões no território ucraniano. Segundo ele, pelo menos 150 mil soldados russos fortemente armados cercam as fronteiras da Ucrânia.

    Zelensky iniciou seu discurso pedindo pela paz, em nome da Ucrânia e do mundo. “O mundo está dizendo que não pode haver uma guerra, enquanto a Rússia diz que também não quer intervir. Alguém está mentindo”, declarou o presidente.

    Em meio a sua fala, o presidente ucraniano também relembrou os episódios de fogo de artilharia que ocorreram na última quinta-feira (17) na região de Donbas, que atingiram uma escola infantil ondem estavam 30 crianças.

    “A Europa e a ONU não conseguem se proteger sozinhas, quando sua própria carta está sendo violada. Quando a carta da ONU está sendo violada”, afirmou.

    “Hoje o mundo está falando da ameaça de uma grande guerra. A questão é: será que há algo mais que podemos trazer em relação à segurança, para que não haja destruição? É muito tarde para falar em consertar, é hora de renovar.”

    Zelensky ainda questionou a receptividade da União Europeia e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) para com a Ucrânia. “Disseram para nós [a Otan] que as portas estavam abertas, mas até agora não nos foi permitido. Será que os outros membros passaram por isso?”

    O presidente refutou a teoria de que a Ucrânia almeja entrar na Otan para reconquistar a Crimeia, utilizando a própria carta da organização como argumento em relação ao reconhecimento da integridade territorial.

    “Nós estamos olhando para a paz, mas devemos nos preparar também para terminar com a guerra em todos os possíveis formatos”, disse.

    Zelensky se posicionou favorável ao diálogo entre a Rússia e a Ucrânia e à resolução diplomática do conflito. O presidente também pediu por garantias de segurança ao seu país.

    “Nós devemos dar segurança ao nosso país para criar a segurança e a estabilidade e para trazer também novos armamentos para o nosso exército, também para proteger a Europa, como um todo. E sanções também são necessárias para restringir às agressões.”

    O presidente ucraniano encaminhou o discurso agradecendo ao apoio de outros países e criticando a postura de algumas nações, cujos nomes não foram citados. “Acho que alguns países deveriam ter vergonha, inclusive, mas esse é um problema deles. Cada país tem o seu carma”, afirmou.

    Após o pronunciamento, Volodymyr Zelensky foi entrevistado por Christiane Amanpour. Na entrevista, o presidente avaliou a gravidade das provocações supostamente feitas pela Rússia e se posicionou sobre como deve reagir a Ucrânia.

    Por CNN Brasil

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